7 de dez. de 2007

O desempregado

Um desempregado pede um emprego de desintupidor de banheiro na Microsoft.
O diretor dos recursos humanos convoca-o para uma entrevista e uma prova prática (com um desentupidor ultra moderno).
No fim das provas lhe diz: você está contratado, me dê o seu e-mail e te mando o formulário para preencher, e a data e a hora que você terá que se apresentar para trabalhar.
O homem, desesperado, responde que não tem computador, e portanto não tem e-mail.
O DRH lhe diz então que lamenta muito, mas se não tem e-mail, isso significa que virtualmente não existe e como não existe, não pode conseguir o emprego.
O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer, com apenas 12 dólares no bolso.
Decide então ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 kgs de morangos.
Vendeu os morangos por quilo, de porta em porta e em menos de duas horas conseguiu duplicar o seu capital.Repetiu mais três vezes a operação e regressou a casa com 60 dólares.
Deu-se então conta que poderia sobreviver desta maneira.
Passou a sair de casa mais cedo e a regressar mais tarde e assim triplicou ou quadruplicou o seu dinheiro diariamente.
Pouco tempo depois, comprou um carrinho que depois trocou por um caminhão e mais tarde se viu dono de uma pequena frota de veículos de entrega de mercadorias.

Cinco anos depois...


O homem agora é proprietário de uma das maiores redes de distribuição alimentar dos Estados Unidos.
Pensou então no futuro da sua família, e decidiu fazer um seguro de vida.
Chamou um corretor, escolheu um plano de seguro e quando terminou a conversa, o corretor lhe pediu o e-mail para lhe enviar a proposta.
O homem lhe disse então que não tinha e-mail.
Mas o senhor é uma raridade diz o corretor.
Não tem e-mail e conseguiu construir este império!
Imagine só o que poderia ser se tivesse um e-mail.

O homem reflete e responde: seria desentupidor de banheiro na Microsoft.

Moral 1 da história: A internet não soluciona a sua vida.
Moral 2 da história: Se não tem um e-mail, mas trabalha muito, poderá virar milionário.
Moral 3 da história: Se você tem um e-mail está mais perto de ser um desentupidor de banheiro do que milionário.

Envelhecimento


Muitas pessoas pensam que à medida que envelhecemos temos de desistir de certas coisas. Pois eu acredito que só ficamos velhos porque abrimos mão de certas coisas.
Theodore F. Green
Picture John Waterhouse

Vidas


Não há vidas pequenas, quando as encaramos de perto, toda vida é grande.
Maurice Maeterlinck
Picture by David Smith

O mestre e o escorpião


Um Mestre viu um escorpião que se estava afogando, decidiu tirá-lo da água mas quando o fez, o escorpião picou-o. Como reação à dor, o Mestre soltou-o e o animal caiu à água e de novo estava se afogando.
O Mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o. Alguém que observava tudo, aproximou-se do Mestre e disse:
- Perdão, o senhor é teimoso? Não entende que de cada vez que tentar tirá-lo da água ele o picará??!
O Mestre respondeu:- A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um ramo, o Mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
Não mude sua natureza se alguém o magoar. Apenas tome precauções adequadas.

Ilusão ideológica


Quantos milhões de indivíduos não têm sido vítimas da ilusão ideológica?
Julgando trabalhar para a emancipação da humanidade, contribuíram, na realidade, para a sua opressão.
E. Morin
Picture by Diego Rivera

Eternidade


O que eu tenho não me pertence embora faça parte de mim.
Tudo o que sou me foi um dia emprestado pelo Criador, para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida.
Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão.
Há muito o que dar e o que receber; há muito o que aprender, com experiências boas ou negativas.
É isso...tente ver as coisas negativas que acontecem com você como algo que acontece por uma razão precisa.
E não se lamente pelo ocorrido, além denão servir de nada reclamar, isso vai lhe vendar os olhos para continuar seu caminho.
Quando não conseguimos tirar da cabeça que alguém nos feriu, estamos somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que era no início.
Nem sempre as pessoas nos ferem voluntariamente.
Muitas vezes somos nós que nos sentimos feridos e a pessoa nem mesmo percebeu; e nos sentimos decepcionados porque aquela pessoa não correspondeu às nossas expectativas. Às nossas expectativas. E sabemos lá quais eram as suas expectativas?
Nós tanto nos decepcionamos quanto decepcionamos os outros.
Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que nos atingem.
Quando alguém lhe disser que o magoou sem intenção, acredite nela!
Vai lhe fazer bem.
Assim, talvez ela poderá entender quando você, sinceramente, disser que "foi sem querer.
"Dê de você mesmo o quanto puder!
Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui.
Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo, nunca negue uma ajuda ao seu alcance.
Seja uma Benção!
Deus não vem em pessoa para abençoar.
Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão.
Todos nós podemos ser anjos. A eternidade está nas mãos de todos nós.
Viva de maneira que quando você se for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boaventura de encontrá-lo!!!
Anônimo
Picture by Jessie Wilcox-Smith

6 de dez. de 2007

Beleza natural

Nada lhe posso dar...


Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo.
Não posso lhe abrir outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma.
Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave.
Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isto é tudo.
Hermann Hesse
Picture by Henri Matisse

Otimismo


Numa dinâmica de grupo para se trabalhar numa empresa multinacional, foi feita a seguinte pergunta para três candidatos:

O que você gostaria que falassem de você no seu velório?

O 1º candidato disse:
- Que eu fui um grande médico e um ótimo pai de família.

O 2º candidato disse:
- Que eu fui um homem maravilhoso, excelente pai de família, e um professor de grande influência no futuro das crianças.

Aí, o 3º arrasou:
- Gostaria que eles dissessem: "Olha, ele está se mexendo..."

Isto é Otimismo...
Foi contratado !
Picture by Jose Merello

O desejo e o amor


Às vezes, quando o desejo nos impele, amar é espontâneo, mas muitas vezes significa escolher amar, decidir amar.

Caso contrário, o amor não passaria de emoção, de superficialidade, ou até de egoísmo, e não aquilo que é na sua essência profunda: algo que compromete a nossa liberdade.
Jacques Philippe
Picture by Joan Miro

Dinâmica de grupo

Um dia, uma professora pediu aos seus alunos que fizessem uma lista dos nomes dos outros estudantes numa folha de papel, deixando algum espaço debaixo de cada nome. Depois pediu-lhes que pensassem na coisa mais bonita que poderiam dizer a todos os colegas e escrevessem-na.

A professora utilizou o resto da aula para terminar o trabalho, mas na saída todos os estudantes entregaram as folhas. Naquele sábado a professora escreveu o nome de cada aluno numa folha separada, e acrescentou à lista tudo que os outros tinham dito sobre cada um.

Na segunda-feira seguinte deu a cada estudante a lista com seus nomes.Logo após, a classe inteira estava sorrindo."Verdade?" cochichavam. "Eu não sabia que era tão importante para alguém! E não pensei que eu agradasse tanto aos outros". Eram as frases mais pronunciadas. Ninguém falou mais daquelas folhas na classe e a professora não soube se os meninos tinham discutido esta lição com os pais, mas não tinha importância:o exercício tinha alcançado o seu objetivo.

Os estudantes estavam contentes com eles mesmos, e tornaram-se cada vez mais unidos. Muitos anos depois, um dos estudantes foi morto no Vietnam e a sua professora participou do funeral. Nunca tinha visto um soldado no caixão antes daquele momento: parecia tão bonito e tão maduro...A Igreja estava cheia de amigos do soldado. Todos os amigos que o amaram aproximaram-se do caixão, e a professora foi a última a despedir-se do cadáver.
Um dos soldados presentes perguntou-lhe "A senhora era a professora de matemática de Mark"? Ela acenou com a cabeça, depois que ele contou que o "Mark falava muito dela" Depois do funeral, muitos dos ex-colegas da classe de Mark foram juntos refrescar a cabeça. Os pais de Mark estavam lá, esperando obviamente para falar com a sua professora.

"Queremos mostrar-lhe uma coisa", disse o pai, tirando uma carteira do bolso. "Acharam na jaqueta do Mark quando foi morto. Nós pensamos que poderia reconhecer isso"Abrindo a carteira, tirou com atenção dois pedaços de papel que tinham sido obviamente dobrados, abertos e reabertos muitas vezes. A professora soube ainda antes de olhar que aquelas folhas de papel eram aquelas nos quais os colegas de classe de Mark tinham escrito todos os elogios."Muito Obrigado por ter feito isso", disse a mãe de Mark. "Como pode ver, o Mark preservou-o como um tesouro" Todos os ex-colegas de Mark começaram a aproximar-se. Charlie sorriu timidamente e disse "eu ainda tenho a minha lista. E na primeira gaveta de minha escrivaninha em casa".

A esposa de Chuck disse que o marido tinha-lhe pedido que pusesse no álbum de seu casamento e Marilyn acrescentou que o seu foi preservado no seu diário. Vicki, outra companheira, abriu a agenda e tirou a sua lista um pouco estragada, mostrando-a ao grupo. Trago-a sempre comigo e penso que todos nós a temos guardada"Naquele momento a professora sentou-se e chorou. Chorou por Mark e por todos os seus amigos que não o veriam mais. Há tantas pessoas no mundo que por vezes esquecemo-nos que a vida um dia acabará, e não sabemos quando isso acontecerá. Fale para as pessoas que ama, que são especiais e importantes para si. Fale isso antes que seja muito tarde. Existe um belo modo de o fazer: continuar passando esta mensagem. Se não o fizer, terá perdido outra ocasião bonita para fazer algo gentil e agradável para os outros.
Texto de autor desconhecido.
Traduzido do italiano por Salvador Inguaggioto
Pictures by Pablo Picasso

Vivenciei experiência semelhante em um curso de pós-graduação que fiz. Há alguns meses fui organizar uma pasta antiga com documentos e lá estava, uma folha que me emocionou muito. Eram comentários de ex-colegas deste curso, feitos durante uma dinâmica de grupo. Cada aluno tinha uma folha colada e o os colegas (sem que soubessemos quem) faziam comentários sobre você. Esta dinâmica assusta com a percepção que os outros têm de nós. Percepção que nem podíamos imaginar. Não há como negar que os elogios fazem bem para nossa auto-estima.

5 de dez. de 2007

"A-ham" - "Hum-Hum".


Tarde da noite, já estavam deitados, quando a mulher pergunta
Se eu morresse você casava outra vez?
Claro que não, querida!
Não?!
Não por quê?!
Não gosta de estar casado?
Claro que gosto!, querida.
Então por que é que não casava de novo?
Está bem, casava...
Casava? (com um olhar magoado)
Casava. Só porque foi bom com você...
E dormiria com ela na nossa cama?
Onde é que você queria que nós dormíssemos?

E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
É natural que sim...
E ela ia usar o meu carro?
Não. Ela não dirige...
Hum !!!! (silêncio)
Ichh falei demais !! ( em pensamento )
Moral da história:
Jamais prolongue um assunto com uma mulher.
Apenas abane a cabeça ou diga "A-ham" ou "Hum-Hum".
Enviado pela Lanne
Picture by Furman Baldwin

Socorro, quero ser motivado


Muitas pessoas ficam esperando que outras pessoas as motivem.
Vão morrer esperando! É impossível motivar alguém.
Só a própria pessoa é capaz de se motivar.

Por quê? Porque só a própria pessoa é capaz de encontrar seus motivos para viver, para trabalhar, para fazer ou deixar de fazer.

Há pessoas que confundem motivação com emoção.
Há pessoas que não entendem que, sendo o ser humano um ser racional, a motivação precisa ser encontrada pela razão e assumida com paixão e emoção.

Mas a razão é que deve comandar o processo de motivação.
É por isso que só pessoas motivadas podem vencer.
Elas vencem porque sabem a razão, os porquês, os motivos de sua ação.

E uma pessoa realmente motivada sabe que a vida não é fácil, que há momentos em que é preciso redobrar a análise e o uso da razão e retomar a consciência dos motivos que conduzem a nossa vida.
Nas dificuldades, nos momentos mais difíceis e desafiantes, é que conhecemos uma pessoa realmente motivada.
Ela domina a sua vontade de desistir, de reclamar, de ter dó de si própria e, através da razão, entende que sempre haverá dificuldades e que elas só serão vencidas com esforço e comprometimento.
Ela não fica esperando que alguém a motive.

Ela própria busca, pela razão, novos motivos para continuar lutando e parte para a ação, com total domínio da vontade.

É fácil? Claro que não!

Mas essa é a grande diferença entre o ser humano e os outros animais irracionais.
O ser humano é capaz de encontrar os verdadeiros motivos para a sua ação em vez de agir somente com base em instintos e reações.
O ser humano, com o seu maior atributo - a liberdade - tem autonomia para decidir os motivos de sua vida, de entender o que é transitório e o que é permanente e definitivo e fazer as opções que julgar as melhores para si próprio, assumindo as conseqüências de suas decisões livres.
E os verdadeiramente motivados são aqueles que fizeram a opção pelos valores permanentes da ética, da honestidade, do respeito às pessoas.
São os que cuidam de sua saúde e segurança.
São os que valorizam a família, os amigos, e tudo o mais que o dinheiro não consegue comprar.
Esses entenderam com profundidade o sentido da verdadeira motivação.
E você?
Pense nisso. Sucesso!
Luiz Marins
icture by Jessie Wilcox-Smith

Visão


Visão é a capacidade de enxergar além do que os olhos são capazes
Myles Munroe
Picture by Ginette Callaway

Fashionite aguda


Eu detesto shopping center.

Quantas mulheres você já ouviu dizendo isso? Acho que muito poucas. Mas juro que é verdade: nunca incluí entre minhas preferências de passeio de fim de semana circular por um lugar horrível, fechado e atulhado de gente. Não vou nem aos cinemas lá. Prefiro as salas (poucas, infelizmente, hoje em dia) que ficam na rua.

Se sua mulher ou sua namorada vive querendo carregá-lo ao shopping, programa odiado por todos os homens que conheço, e mais, querendo gastar os tubos em roupas caras (em alguns casos com o seu cartão), tenho o argumento ideal para demovê-la. Diga: quem precisa de roupa de grife é gente feia! Quem é bonito de verdade arrasa com qualquer trapinho.

As mulheres se iludem muito. Acham que por comprar uma roupa de marca vão se sentir melhor consigo mesmas, vão resolver problemas que na verdade estão dentro delas e não fora. Já ouvi inúmeras vezes as amigas dizendo: “Ai, tô mal, preciso de um banho de loja”. E vão e gastam e se endividam e... Continuam se sentindo péssimas.

Outro dia li que a supermodel Kate Moss entrou numa drogaria e comprou uma bolsinha qualquer por 5 dólares. A bolsa estava lá. Ninguém tinha reparado nela até miss Moss comprá-la. Mas, no dia seguinte, a tal sacola tinha virado um hit e chegava a valer 30 dólares nos sites de leilão! Depois dizem que modelo é que é burrinha...
É muita falta de auto-estima. Quer dizer que alguém (famoso) precisa dizer que algo é bom para você gostar? É a ditadura da moda contra a democracia do gosto: cada um tem o seu, pô. É por essas e outras que todo mundo hoje em dia parece igual.

Clones estéticos, com as mesmas roupas, os mesmos cabelos (dá-lhe chapinha!), os mesmos peitos (dá-lhe silicone!), os mesmos sapatos e até os mesmos sorrisos: já reparou que com a proliferação dos aparelhos as pessoas ficaram com a dentição idêntica? E eu que achava tão bonitinhos aqueles dentes um pouco tortos, dentucinhos, um tanto encavalados... Sei lá, davam personalidade.
Tem mulher que adora falar como custou os olhos da cara sua bolsa da moda, aquela que todas as amigas e celebridades compraram – quando o mais legal é comprar uma bolsa que ninguém tem e dizer: paguei uma bagatela! Não é uma roupa de grife que vai trazer a salvação para uma alma incompleta.
Não é um vestido caro que vai fazer feliz alguém que não se ama. Não é um invólucro fashion que vai encobrir um interior feioso. Mesmo porque ele escapa pro exterior: a beleza, nunca é demais repetir, vem de dentro.

Tem um poema de Pablo Neruda, Residência na Terra, que diz:
“As pessoas andam pelo mundo atualmente
sem lembrar que possuem um corpo e nele a vida
(...) E se fala favoravelmente da roupa
de calças é possível falar, de ternos,
e de roupa interior de mulher (de meias e ligas de ‘senhora’)
como se pelas ruas fossem as roupas e os trajes vazios por completo
E um obscuro e obsceno guarda-roupas ocupasse o mundo”.
Mas como em tempos mentalmente bulímicos os poetas parecem exercer influência muito menor sobre os mortais diante das modelos, também vou citar uma frase de Gisele Bündchen: “Nunca segui moda nenhuma. Posso usar a mesma roupa durante dez anos”. Menina esperta. Aposto que ficaria linda até numa temível calça baggy.
Cynara Menezes
Picture by Andrea Laliberte

4 de dez. de 2007

Cortador de grama


Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me
dando a entender que eu devia consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.

Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura.

Eu olhei em silêncio por um tempo e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei.
"Quando você terminar de cortar a grama," eu disse, "você pode também varrer a calçada."
Depois disso não me lembro de mais nada...
Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida.
O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa, e a outra é o marido...

Descoberta a erva que cura o cancer

ATENÇÃO:
Recebi este e-mail de uma amigo.
Apesar da descrença pessoal, restou-me um ínfima dúvida de que as informações abaixo podem ser verdadeiras.
Na dúvida resolvi postá-lo.
Este assunto é muito sério.
Solicito a quem possa contribuir com informações sobre o assunto acima que não se omita, inclusive para dizer que as informações não procedem.
Não se brinca com o desespero e a esperança de ninguém!
Postei há algumas semanas um artigo sobre o Hospital John Hopkins, sobre descobertas sobre o câncer, em média, 10 pessoas visitam este blog diariamente para lê-lo.

Câncer: uma erva que cura!


Vejam só que interessante:
Recebido de Dr. Rômulo d'Avila, médico

(estes e-mails de assuntos sérios deveriam trazer mais detalhes, tais como : especialidade deste médico, CRM, cidade em que reside, hospital em que trabalha, e até mesmo e-mail para eventuais consultas).

Notícias assim não são divulgadas por causa da pressão dos grandes laboratórios farmacêuticos.
Mas esse é o lado bom da Internet.
Foi pesquisado pela USP e é válida, Dr. Panuzza confirmou.
(Seria ótimo ter o e-mail deste Dr. Panuzza para que referendasse as informações acima).

A folha de graviola cura câncer.

Segundo Evandro Romualdo, um amigo lhe confidenciou a seguinte história: Que sua esposa após descobrir um câncer no seio que chegou a se espalhar pelo seu corpo,estava praticamente com os dias de sua vida contados. Foi então,que descobriu uma publicação sobre o chá de Graviola.

A notícia estava em um site e o título do artigo:

Cancer Magic Bullet Discovered, but drug giants hushes it up!- 10,000 times stronger than chemotherapy with no adverse side effects.

Na reportagem eles citam o quanto o extrato da Graviola é 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia por drogas, e sem efeitos colaterais.
Citam também a árvore como sendo encontrada na floresta Amazônica.
Enfim, a esposa dele também tomou o chá, e em dois meses não tinha mais nenhuma seqüela ou ferida.
Hoje está viva e saudável!
O assunto pode ser pesquisado com mais detalhes nos sites abaixo:

American College for the Advancement in Medicine: http://www.acam.org/

American Academy of Environmental Medicine: http://www.aaem.com/

International College of Intergrative Medicine: http://www.icimed.com/

Meridian Valley Laboratory: http://www.meridianvalleylab.com/



Mehmet Oz

A especialidade do cirurgião cardíaco americano Mehmet Oz, de 47 anos, é retardar ao máximo os efeitos da idade em seus pacientes. Diretor do Programa de Medicina Integrada da Universidade Colúmbia, em Nova York, ele é consultor da famosa clínica antienvelhecimento do médico Michael Roizen, criador do conceito de que é possível manter o organismo mais jovem do que aponta a idade cronológica. Oz e Roizen também assinam a quatro mãos uma série de livros de sucesso que ensinam como manter um estilo de vida que adia a velhice. O mais recente deles, You Staying Young (Você Sempre Jovem), lançado há um mês nos Estados Unidos, já vendeu meio milhão de exemplares. Nos últimos quatro anos, Oz se tornou uma celebridade ao participar de um quadro fixo no programa de TV da apresentadora Oprah Winfrey. Ele também apresenta documentários no Discovery Channel. Nos dois casos, dá dicas aos telespectadores sobre como viver mais com boa saúde. Esse é justamente o tema da entrevista que ele deu a VEJA.

Veja – Existe uma fórmula para se manter jovem por mais tempo?
Oz – Sim. Há catorze agentes principais envolvidos no envelhecimento. Sete retardam o processo, como os antioxidantes, e sete nos enfraquecem, como a atrofia muscular. É preciso manter esses agentes sob controle. O primeiro passo para alcançar esse objetivo é pensar não na possibilidade de ficar doente, mas na necessidade de manter o organismo saudável. Deve-se tirar o foco da prevenção dos males e direcioná-lo para a preservação da saúde. Se ninguém mais morresse de câncer e de doenças cardiovasculares, a expectativa de vida média do ser humano subiria apenas nove anos. Isso mostra que, para aumentar consideravelmente a expectativa de vida, não basta evitar doenças. É preciso cuidar do corpo para que ele não enfraqueça. Quando uma pessoa envelhece, doenças potencialmente fatais, como o câncer e o infarto, não aparecem de imediato. Antes que elas se instalem, o corpo torna-se mais frágil e vulnerável.

Veja – O que fazer para evitar que o corpo se torne frágil e vulnerável?
Oz – Meu novo livro, You Staying Young (Você Sempre Jovem, ainda sem previsão de lançamento no Brasil), trata exatamente desse tema. Os exercícios físicos são uma ferramenta essencial. Eles combatem o primeiro sinal do envelhecimento, que é a perda de força muscular. Outros recursos importantes são alimentar-se bem e meditar. Uma boa recomendação é a prática do tai chi chuan, exercício oriental que combina equilíbrio, coordenação motora e também meditação. Se todos adotassem essas medidas, a vida média da população poderia subir para 110 anos. Quanto à alimentação, não podem faltar nutrientes como o resveratrol da uva e o licopeno do tomate, que são poderosos antioxidantes. O principal, mas também o mais difícil, é controlar a quantidade dos alimentos. De qualquer forma, todo mundo deve comer um pouco menos do que tem vontade.

Veja – Fazer várias pequenas refeições por dia, como recomendam alguns médicos, faz bem para a saúde?
Oz – Deve-se comer de três em três horas. Se o intervalo é maior, a taxa de hormônio grelina, que estimula a fome, começa a subir. O problema é que, após uma refeição, ainda demora trinta minutos para que a taxa desse hormônio volte a baixar. Em conseqüência disso, acaba-se comendo mais do que se deveria. O mais importante, além de comer alguma coisa a cada três horas, é trocar as refeições grandes por pequenas, intercaladas por lanchinhos. Esse conceito não foi criado por mim. É o que mostram as pesquisas científicas.

Veja – O que o senhor considera refeições grandes e pequenas?
Oz – Uma refeição grande ultrapassa 1 000 calorias. Uma pequena tem, no máximo, 500. Quem consome por volta de 2 000 calorias diárias pode fazer duas refeições de 300 calorias cada uma e outra maior, de até 800. Os lanchinhos podem ter até 250 calorias.

Veja – O que deve ficar de fora do cardápio?
Oz – Existe uma regrinha fácil de ser usada, a regra dos cinco. Para isso, é preciso examinar o rótulo dos alimentos. Cinco ingredientes não podem estar entre os primeiros listados no rótulo. São eles: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcar simples, açúcar invertido e farinha de trigo enriquecida. Dois desses nutrientes são gorduras, dois são açúcares. Os dois tipos de gordura podem estimular processos inflamatórios no fígado que forçam a produção de substâncias deletérias, como o colesterol. Também fazem com que o fígado fique menos sensível à insulina, aumentando o risco de diabetes. Os açúcares listados fazem mal por estimular a produção de insulina, o que aumenta o depósito de gordura corporal. O pior é que esses cinco itens são os mais comuns nas dietas atuais.

Veja – O cardápio básico do brasileiro, composto de arroz, feijão, carne e salada, é saudável?
Oz – A princípio, sim. Esse cardápio contém exatamente os nutrientes para os quais a digestão humana está preparada. Mas os brasileiros comem carnes muito gordas, o que é errado. Antigamente, no mundo inteiro, quando os métodos de criação do gado eram mais simples, a porcentagem de gordura dos melhores cortes da carne bovina era, em média, de 4%. Hoje é de 30%. Outro problema dos hábitos alimentares do brasileiro é que ele come arroz em excesso, o que não traz nenhum benefício. Melhor seria adotar o arroz integral. Os alimentos integrais têm mais fibras, o que os mantém mais tempo no intestino e diminui a absorção de açúcar pelo organismo. Uma vantagem dos brasileiros é ter à disposição enorme variedade de frutas e vegetais maravilhosos, por preço razoável.

Veja – Os hábitos que o senhor propõe para prolongar a vida são relativamente simples, mas exigem controle estrito sobre as atividades do dia-a-dia. Como exercer esse controle?
Oz – A palavra-chave é automatizar. Ou seja, fazer desses hábitos uma rotina, sem precisar pensar muito neles. Acordar, escovar os dentes e passar o fio dental, para reduzir a quantidade de bactérias prejudiciais à saúde. Beber muito líquido ao longo do dia, principalmente água e chá verde. Dormir ao menos sete horas por noite. Durante o sono se produz o hormônio do crescimento, essencial mesmo para quem já é adulto, pois prolonga a juventude. Caminhar meia hora por dia e praticar exercícios que façam suar três vezes por semana. Meditar cinco minutos diariamente, o que pode estar embutido na prática de ioga ou tai chi chuan. Evitar alimentos que estejam na regra dos cinco, que mencionei anteriormente. Uma última coisa: estreitar o relacionamento com as pessoas próximas e abster-se de julgá-las. Em vez de julgar os outros, é melhor tomar conta de si próprio.


Veja – Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?
Oz – Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.

Veja – O que o senhor acha das dietas para emagrecer que surgem e viram moda a cada seis meses?
Oz – Essas dietas fazem sucesso, mas são péssimas para a saúde. A alimentação não deve ser encarada como uma maratona para a perda de peso. Uma dieta que tenha como chamariz o emagrecimento rápido não é confiável. Comer menos do que o corpo necessita é uma agressão à fisiologia. Ou seja, aos processos químicos que fazem o organismo funcionar. Quando a fisiologia é desprezada, os resultados das dietas são transitórios.

Veja – Por que o senhor recomenda cuidados com o jantar?
Oz – Na verdade, há uma única regra a observar: deve-se jantar pelo menos três horas antes de dormir. Deitar logo após a refeição facilita o acúmulo de gordura, principalmente na cintura. Além disso, comer muito tarde prejudica o sono.

Veja – O senhor recomenda beber muita água durante o dia. Quanto se deve beber exatamente?
Oz – Deve-se beber uma quantidade suficiente para que a urina esteja sempre clara. Isso varia de um dia para o outro. Em dias quentes, sua-se muito e, por isso, é preciso beber mais água. Para quem não abre mão da cafeína, sugiro chá verde. Em lugar de quatro cafezinhos por dia, beba quatro copos de chá verde. Essa bebida concentra muitos antioxidantes e nutrientes bons para a saúde.

Veja – Muitos ambientalistas condenam o consumo de água engarrafada. Do ponto de vista da saúde, ela é melhor que a água da torneira?
Oz – Eu acho um erro beber água engarrafada. Há dois problemas principais com ela. O primeiro é que, se a garrafa plástica não for reciclada, pode contaminar os mares e os rios. Isso prejudica o meio ambiente e, indiretamente, a saúde. O plástico das embalagens vai parar nos peixes que comemos. O resultado é que 97% das pessoas apresentam resíduos de plástico no organismo, o que interfere no sistema hormonal. Esses resíduos estimulam os receptores de estrogênio, o hormônio feminino. Em excesso, o estrogênio pode causar câncer e outros problemas. As toxinas contidas no plástico também aceleram o envelhecimento. O segundo problema é que, como a água engarrafada não apresenta vantagens com relação à água da torneira, trata-se de um desperdício de dinheiro.

Veja – O senhor recomenda exercícios físicos que provoquem suor. Exercícios leves são inúteis? Oz – Essas recomendações visam à saúde cardiovascular. Para essa finalidade, apenas os exercícios moderados ou intensos, que fazem suar, apresentam benefícios. Mas os exercícios suaves e de baixo impacto têm valor. Mesmo a caminhada movimenta grandes músculos, como os das coxas e dos quadris, que consomem muita energia. Como o gasto calórico muscular é maior durante o exercício, a queima de calorias aumenta.

Veja – Os suplementos vitamínicos são criticados em muitos estudos científicos. O que o senhor acha deles?
Oz – Eles são eficazes, mas prometem mais do que cumprem. Na verdade, os médicos saem da faculdade sem conhecimentos suficientes sobre os suplementos e são forçados a tirar suas próprias conclusões. De modo geral, uma suplementação só é necessária quando as vitaminas não são obtidas naturalmente com a alimentação. Por outro lado, acredito que determinadas vitaminas podem melhorar a qualidade de vida e a longevidade. Entre elas estão as vitaminas A, B, C, D e E, além de cálcio, magnésio, selênio e zinco. A vitamina D é importantíssima, pois previne câncer e osteoporose. Principalmente nos países mais frios, onde a exposição solar é restrita, os suplementos são essenciais.

Veja – Além dos procedimentos já descritos nesta entrevista, o que mais o senhor faz para adiar o envelhecimento?
Oz – Minha receita principal de juventude é brincar com meus filhos. Também procuro descobrir coisas novas todos os dias. Aprendo ao conversar com os outros e, apesar de ser muito assediado para responder a perguntas, por causa de minha atuação na TV, prefiro perguntar, saber como é a vida das pessoas, como elas trabalham. Isso faz minha mente exercitar-se.

Veja – Nos últimos anos, o aperfeiçoamento do tratamento clínico fez cair o número de cirurgias cardíacas. Essa é uma tendência em outras especialidades médicas além da cardiologia?
Oz – Sem dúvida. Os recursos clínicos tornaram-se mais eficazes tanto para a prevenção de doenças quanto para seu tratamento. Por isso, assim como na cardiologia, a cirurgia deixou de ser a primeira opção em outras áreas. Há poucos anos, quando o paciente machucava o joelho, ia direto para a sala de operação. Agora, ele vai para a sala de fisioterapia. Essa tendência também é evidente nos casos de diverticulite, uma inflamação do intestino, que passou a ser tratada com o consumo de fibras. O mesmo acontece com pacientes que apresentam doença arterial obstrutiva periférica. Antes eles iam para a faca. Agora, recebem como orientação deixar de fumar e caminhar. Mesmo que sintam dor num primeiro momento, essa é uma maneira de estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos para substituir os danificados.

Veja – O senhor já esteve no Brasil. Como foi sua experiência no país?
Oz – Visitei o Brasil há muitos anos, quando ainda era estudante de medicina. Fui ao Rio de Janeiro e conheci o doutor Ivo Pitanguy. Também fiquei deslumbrado com as frutas brasileiras e com as lojas de sucos. Elas misturam frutas e outros vegetais, uma combinação pouco convencional. Conheci o açaí, que até hoje está no meu cardápio. Compro açaí em Nova York mesmo. É um dos alimentos com maior concentração de antioxidantes. Planejo voltar ao Brasil em meados do ano que vem para gravar um programa. Quero muito ir à Amazônia e conhecer as plantas medicinais da região.
Revista Veja

3 de dez. de 2007

Cada dia


Cada dia é uma pequena vida.
Horácio
Picture by Steve Thoms

O Amor não é louco


O Amor não é louco.
Sabe muito bem o que faz, e nunca, nunca, age sem motivo.
Loucos somos nós, que insistimos em querer entendê-lo no plano da razão.
Marina Colasanti
Picture by F Hodler

Ser feliz


Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz ...

Não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios. Ser feliz não é uma obra do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

Ser feliz...

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma e agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. É não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar o marido, os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz ...

É deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro decada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe"! É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo". Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...

Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonada pela vida. E descobrirá que...

Ser feliz...

Não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer, Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo!!!
Picture by Peter Cade

2 de dez. de 2007

Fada Madrinha


Era uma vez um casal que fazia bodas de prata e estava também celebrando os seus 60 anos de idade.
Durante a celebração, apareceu uma fada e lhes disse:
Como prêmio por terem sido um casal exemplar durante 25 anos, concederei um desejo a cada um!
Quero fazer uma viagem ao redor do mundo com o meu querido marido!
-Pediu a mulher. A fada moveu a varinha e... zás!
Os bilhetes apareceram nas mãos da senhora.
Em seguida foi a vez do marido.
Ele pensou um momento e disse:
Bem, este clima está muito romântico, mas uma oportunidade destas só se tem uma vez na vida.
Então... Bom, desculpa, amorzinho -disse, olhando para a esposa - mas o meu desejo é ter uma mulher trinta anos mais jovem do que eu!
A mulher fica chocada, mas pedido é pedido:
A fada faz um circulo com a varinha e... zás!
O homem ficou com 90 anos!
Moral da história:
Todos os homens são sacanas, mas as fadas madrinhas são mulheres!

O vinho e a felicidade


A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.
Alex Fleming
Picture by Sophie Hanin

Já reparou como tudo está ficando urgente?


Já reparou como tudo está ficando "urgente"?

Tudo que é porcaria virou necessidade, a falta de paciência tomou conta dos pessoas, os palavrões viraram um modismo horroroso, está na boca dos meninos mais novinhos, e o pior, na boca das meninas que já não brincam, viram "mocinhas" aos 6, 7 anos e mulheres aos 11, muitas infelizmente, virarão mães aos 12, 13 anos...

Por isso, mude o lado do disco, sorria para a vida, engane a tristeza, desaponte os inimigos, descubra o prazer de ser gentil, de falar palavras consoladoras, de arrumar tempo e visitar um amigo, um parente distante. Desligue essa "caixinha que manda na sua vida", o celular, e descubra o prazer de tomar um sorvete em paz. Abafe as dores das desilusões com um gesto carinhoso, pode ser com alguém desconhecido, abra uma porta no banco, ceda o lugar no coletivo, ajude aquele senhor atravessar a rua, policie a sua língua, impeça os palavrões, fuja das rodinhas da intriga, não acenda esse cigarro, deixe essa "bebidinha" para depois de amanhã, e vamos juntos nos redescobrir, ter a estranha sensação de ser feliz, de descobrir que os problemas não são os maiores do mundo, que podem ser resolvidos, sim, no devido tempo.

E, se a solidão apertar, se o medo chegar, saia nas noites frias com um grupo de amigos, distribuindo sopas quentes para os que nada tem, empregando um pouco do seu vazio para preencher vidas. No final deste dia, onde a vida pede pequenas mudanças,você vai descobrir quem é você de verdade, um ser maravilhoso, que merece toda felicidade.
Sorria!
Tudo começa com a alegria.
Tenha um ótimo dia e fique bem...
Picture by Marita McVeigh

Diferença


Não ter pode significar desejar, mas a falta de algo dá lugar a um conceito aparentado: a noção de diferença.
Diferença não é igual a falta, simplesmente é diferença, dá lugar à ideia de limite, que inclui frustração, mas também alteridade.
Sempre haverá uma falta na diferença.
Não existe a cara-metade, há duas laranjas, também há suco de laranjas e sementes.
Mas há uma incompletude irremediável.
Ferschtut
Picture by Jonathan Parsons

Mamãe não tem namorado

Ontem estive na casa de meu tio e diverti-me muito vendo minha prima se preparando para a chegada de seu namorado.
Ela arrumou os cabelos e perfumou-se colocou uma roupa alegre, jovial e correu de um lado para o outro vistoriando tudo detalhadamente para que seu amor não encontrasse nada fora de lugar.
O namorado chegou cheiroso usando uma loção especial e quando seus olhos se encontraram parecia que os dois estavam flutuando no ar.
Minha prima logo lhe ofereceu algo para beber e apressou-se a apresentar algumas guloseimas que ela mesma preparou durante a tarde.
Ele elogiou tudo que ela preparou e agradeceu pelo delicioso jantar.
Sentaram-se juntinhos e passaram a fazer brincadeiras entre sorrisos por um longo tempo.
Nos momentos em que puderam ficar sós na sala, percebi que escutaram um ao outro sem perder detalhes da conversa e sem soltarem as mãos.
Assim ficaram até a despedida que aconteceu quando meu tio começou a andar de um lado para o outro, indicando que já estava ficando tarde.
Voltei para casa e no dia seguinte perguntei a minha mamãe:
- Mamãe, quem é o teu namorado? -
Ela sorriu e disse que seu namorado é o meu papai.
Retruquei que não é o meu papai e que a pergunta é séria, mas ela insistiu, reafirmando que seu namorado é o meu papai.
Ora, mamãe, como é que teu namorado é o meu papai se nunca o vi chegar com flores ou chocolates?
Como é que teu namorado é o meu papai se ele só te dá presentes no seu aniversário e no natal e nunca o vi dar um presente só por estar chegando em casa?
Como é que teu namorado é o meu papai se você nunca muda sua roupa, não ajeita o penteado, não passa batom quando o papai está chegando em casa depois do trabalho?
E nem ele sorri encantado quando olha para você?
E o meu papai ao invés de dizer “oi meu amor” diz apenas “que dia duro tive hoje” e troca logo de roupa procurando ficar mais confortável em frente a televisão?
Como é que meu papai é seu namorado se você não pergunta o que ele gostaria de jantar e sim exclamas
- O quê, quer jantar? -
E quando espero que meu papai vá dizer :
“você está muito bonita...“, ele pergunta:
” onde está o controle remoto da televisão?”
Os namorados dizem coisas românticas, eles dizem “como te amo” ao invés de perguntar “você foi ao banco?”
Minha prima e seu namorado não param de se olharem mas quando mamãe passa em frente da televisão papai se inclina para não perder o que está na tela.

Eu acho que ela me disse que eles são namorados para eu não saiba que romperam o namoro logo depois de se casarem.

Na verdade, meu papai não tem namorada e minha mamãe não tem namorado.
- Que aborrecido isso, são apenas marido e mulher -

1 de dez. de 2007

Viver e não somente existir


É preciso viver, não apenas existir.
Plutarco
Picture by John Rizzuto

Somos todos ignorantes


Todo mundo é ignorante, só que em assuntos diferentes.
William Rogers
Picture by Kerry Hallam

Plano de Vôo


Boas famílias, até mesmo as melhores, ficam fora da rota 90 por cento do tempo!
O segredo é que elas têm um senso de destinação. Conhecem a "trilha".

E estão sempre corrigindo o curso, de novo e de novo.É como o vôo de um avião. Antes da decolagem, os pilotos examinam o plano do vôo. Por isso, sabem exatamente aonde vão e iniciam os procedimentos em conformidade com esse plano.

Contudo, durante a viagem, o vento, a chuva, a turbulência, o tráfego aéreo, erros humanos e outros fatores interferem no plano, impulsionando ligeiramente a aeronave em direções diferentes, de modo que na maior parte do tempo o avião fica fora da rota do voo prescrita!a. Ao longo de toda a jornada ocorrem pequenos desvios em relação ao plano de vôo. Condições climáticas adversas ou um tráfego aéreo especialmente pesado causam desvios maiores. Se não acontecer nada muito grave , porém o avião chegará ao seu destino. Mas como isso é possível?

Durante o vôo, os pilotos recebem constantes feedbacks. São comunicações dos instrumentos sobre o meio ambiente, informações das torres de controle, de outras aeronaves e as vezes até das estrelas.E, com base nesses feedbacks, fazem os ajustes necessários para, de tempos em tempos retornar, ao plano de vôo. A esperança não jaz nos desvios, mas na visão, no plano e na habilidade de corrigir o curso.
O vôo desse avião constitui a metáfora ideal para a vida familiar. Não faz nenhuma diferença se a nossa família saiu da rota ou mesmo está enredada em problemas. A esperança se encontra na visão , no plano e na coragem de continuar corrigindo o curso de novo e de novo. O segredo é ter uma destinação, um plano de vôo e uma bússola.

Stephen R. Covey
Picture by Vincent Van Gogh

Morte: experiência de vida

Nada queremos saber sobre a morte, ela é o inominável e o inapreensível da experiência humana. É um tema que sempre suscita embaraços e desconfortos.
No inconsciente o homem se crê imortal. A morte é a etapa final do transcurso do tempo de uma vida. E o inconsciente não conhece o tempo nem a morte. Mas Freud nos adverte ao final de seu texto Reflexões para os tempos de guerra e morte ( 1915 vol XIV), “se queres suportar a vida, prepara-te para a morte.” A morte está indissociada da vida e “a vida empobrece, perde em interesse, quando a mais alta aposta no jogo da vida, a própria vida, não pode ser arriscada” continua nos lembrando Freud em seu texto.

Em seu livro A negação da morte, Ernest Becker escreveu “a idéia de morte, o temor a ela, persegue o homem como nenhuma outra coisa: ela é um dos maiores incentivos da atividade humana”. Impulsionado pelo desejo de evitar a fatalidade da morte, de vencê-la, de dar maior significado para sua vida o homem projeta e realiza inúmeras coisas que o ultrapassam. Os feitos do homem são a sua condição de imortalidade, é pela sua obra que o homem supera a realidade da morte.

O homem vive sob o jugo de um paradoxo: possui uma identidade simbólica que o destaca nitidamente na natureza. Ele tem consciência de sua existência e de sua finitude. Está fora da natureza e ao mesmo tempo irremediavelmente dentro dela. Coloca a cabeça nas estrelas e contudo está alojado em um corpo que arqueja para respirar, que lhe é estranho de muitas maneiras: que doe, sangra, definha e morre, que traz a morte como parte de sua biologia.
A ciência nos ensina que o temor da morte é uma expressão do instinto de autopreservação, que funciona como um impulso constante para conservar a vida e sobrepujar os perigos que a ameaçam. O medo da morte tem de estar presente por trás do funcionamento normal, com o fim do organismo proteger a própria existência. Por outro lado, esse medo tem de ser adequadamente suprimido para permitir que se viva com um pouco de conforto. Percebemos assim o paradoxo: o onipresente medo da morte bem como o esquecimento desse temor na vida consciente.

Seguindo Freud em seu dito “se queres suportar a vida, prepara-te para a morte”, somos orientados a nos desapegarmos das coisas, a fazermos o trabalho do luto. Nossa vida toda é um trabalho de luto; luto da infância, dos pais idealizados, das etapas vividas, de todas as perdas que o transcurso da existência nos impõe e por fim a preparação para o último luto, da própria vida.
Mas o medo da morte não está posto para todos de igual modo. Sujeitos que tiveram más experiências primitivas ficam mais morbidamente fixados na angústia da morte. Uma criança que teve uma infância favorável desenvolve mecanismos mais adequados para lidar com dificuldades, perdas e consequentemente com a morte.

O irônico quanto à negação da morte, é que, o sujeito visando evitar a morte, o faz matando tanto de si mesmo e uma faixa tão grande de seu mundo de ação que ele na verdade se isola e diminui-se, ficando como se já estivesse morto. Inúmeros poetas nos contam que a pior morte é a que se vive em vida.

A morte na cultura
Freud escreveu em seu artigo Além do princípio do prazer (1920) que a noção de morte natural é inteiramente estranha às culturas primitivas; elas atribuíam a morte à influência de um inimigo ou espírito mal. Na realidade todos os homens opõem-se à idéia de que a vida pulsional sirva para ocasionar a morte; que ela trabalhe para garantir que o organismo seguirá seu próprio caminho em direção a uma morte mais natural possível.

Em “Reflexões para o tempo de guerra e morte” ele escreve que apesar de parecer óbvio ser a morte o resultado da vida e que cada um deve à natureza uma morte, natural, inegável e inevitável, isso não ocorre. Ao contrário, a tendência é de negá-la, silenciá-la, colocá-la de lado, eliminando-a da vida.
A tendência é pensar a morte como fortuita, decorrente de acidente, doença, idade avançada. Nós só conseguimos lidar com a morte natural transportando-a para a velhice. E a conjunção de morte e velhice desloca a morte para um futuro sempre incerto e imaginariamente sempre longe e no qual não nos vemos. E dessa forma conjugando morte e velhice se imputa a essa última todo o horror com conseqüente medo e negação.


Morte e luto, fracasso e perda, fazem parte da estrutura da vida e, portanto acompanham o sujeito. Por paradoxal que seja, porque há morte é que sabemos da vida, a vida transita pelo desamparo e é diante da eminência da morte que a ela recupera seu pleno sentido.
Estamos sempre associando velhice e morte. É inegável que à medida que a velhice chega, o sujeito passa por inúmeras perdas. Para muitos não é fácil reinventar a vida após certa idade quando vários laços foram desfeitos. Mas a saída é o trabalho do luto. Luto que cada um deve fazer inclusive de si mesmo, além do luto pela perda dos objetos. Alguns tentam resolver com ódio, com lamentação e queixa. Ainda que a lamentação faça parte do luto, é preciso concluí-lo. Luto e vida andam juntos, não é possível andar pela vida sem passar pelo luto e a fuga dele acaba impedindo o movimento da vida. Mesmo que o sofrimento seja inevitável a esse processo, suportar que algo falte permite ao sujeito construir respostas mais inventivas em torno dessa falta, extraindo dela um saber sobre si mesmo.


Suportar que algo falte, é a grande questão diante do luto, da morte. Os rituais foram elaborados para auxiliar o homem nesse processo. Maud Mannoni cita em seu livro O nomeável e o inominável uma vasta pesquisa realizada por Philippe Áries em sua obra O homem diante da morte que explica as mudanças de atitude da sociedade diante desse acontecimento. Ele escreve que na Idade Média a morte dava como que um aviso prévio e as pessoas eram simplesmente observadores dos sinais sobre si mesmas. Quando chegava a hora, morriam exatamente como era preciso. Não havia recursos para fazer frente à morte. No século XVIII e até mesmo no início do século XIX, morria-se em público, a casa era aberta a todos. Era costume que os amigos, vizinhos, padres viessem assistir o moribundo. O homem sabia que ia morrer e preparava-se para isso. Os testamentos com freqüência eram testamentos místicos, onde o homem dizia um trajeto de uma vida e o que a morte lhe remetia. Uma tradição se transmitia assim, da vida além da morte, para uma geração seguinte. Os túmulos tinham como função impor a recordação de uma vida à posteridade.

Na contemporaneidade os ritos da morte são simplificados e os avanços da ciência empurram a morte cada vez mais para longe da existência do homem. A morte não é mais vista como fazendo parte da vida e seu insondável mistério banalizado. A ciência resiste à morte tanto quanto o profissional se sente impotente diante dela na relação com o paciente.


O paciente terminal
Como lidar com uma pessoa para quem a ciência já não tem mais recurso?
O paciente marcado por uma doença incurável ou em fase terminal, convoca o profissional que o assiste e seus familiares a se portarem diante da morte. Como lidar com essa experiência, como ajudar o paciente, o que fazer nesse momento em que parece que não há mais nada que possa ser feito? Ainda que a existência autônoma esteja comprometida, até mesmo quanto à dignidade da existência, há ali um sujeito. O cuidado, a realidade que lhe é propiciada, faz surgir nele uma dimensão tranqüilizadora ou de desamparo.

Nessa relação todos os “pequenos nadas” que dão à vida seu sal constituem uma dimensão essencial: um olhar, uma palavra amiga, um gesto de carinho, uma pequena atenção. O que mantém vivo, “com vida”, um paciente nessas condições é a afeição, a ternura, o aconchego no qual possa haver a presença de alguém que o reconheça, que o escute, que o acolha. O cuidar vai além do atendimento às necessidades básicas do sujeito, é um exercício de respeito, de amor e compaixão. Tão mais importante quando privilegia os momentos em que o paciente pode se expressar como sujeito. Ele sabe quando lhe faltam com respeito, quando insistem em procedimentos que ele recusa. Os procedimentos que podem ajudá-lo devem ser tentados, mas que se discuta com ele sua posição e escolha.

É muito penoso para o paciente que está ficando cada vez mais dependente ter a impressão que está perdendo seu estatuto de sujeito. Até o final da vida persiste sua sensibilidade aos efeitos de uma fala. E diante do inevitável o maior consolo talvez seja poder fazer um balanço positivo da vida que se está prestes a deixar.
Retornamos assim ao ponto de onde partimos: é a maneira como vivemos que nos prepara para morrer. Ou, como transmitiu Sêneca: "Deve-se aprender a viver por toda a vida e por mais que tu talvez te espantes, a vida toda é um aprender a morrer".
Helena Maria Galvão Albino - Psicóloga Clínica
Picture by Alfred Gockel

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