
Os pequenos atos que se executam são melhores que grandes atos que apenas se planejam.
George Marshall
Picture by Laurie Fields

Há alguns anos pesquisadores colocaram um desses ratinhos de laboratório, também conhecidos como cobaias, em um labirinto e o estimularam a encontrar o queijo que estava do outro lado. Durante algum tempo o ratinho tentou alguns caminhos até finalmente encontrar a saída que Levava ao "grande prêmio".
Ficamos presos ao paradigma do sucesso do passado, ficamos tão acostumados a fazer as coisas sempre da mesma maneira, e quando precisamos de novas respostas acabamos acessando a mesma fonte de sempre, e com isso repetimos as mesmas soluções, que se tornando novos problemas, já que temos que viver em um mundo que muda o tempo todo Já diz o ditado popular; "Pra quem é bom no martelo tudo na vida é prego". Por isso, nessa semana, recomendo que você faça algo diferente. Ao invés de aceitar logo a primeira resposta, pense um pouco mais, não se contente com as respostas prontas, e "abra a gaveta inteira"! Para solucionar os novos desafios que surgem todos os dias, muitas vezes precisamos desligar o piloto automático e aprender novas formas de enxergar as coisas. Os grandes líderes fazem isso o tempo inteiro. 



Sábado passado, meio-dia e meia: telefonema de um amigo, afamanado jornalista mineiro, recomendando que eu não deixasse de ler o artigo do economista Rubem de Freitas Novaes, publicado na página 7 de um jornal carioca.
E o negócio vai por aí: “Sem que haja plena consciência do problema, seguida de ação, continuaremos a trilhar o caminho do emburrecimento progressivo de nossa juventude e a comprometer o bem-estar das futuras gerações de brasileiros”. Terminei a leitura perplexo com a recomendação do jornalista mineiro, porque já escrevi um livro sobre o assunto. Pelo visto, o bom amigo não leu nem sequer o primeiro capítulo do meu livrinho. Nele, conto que os neuropediatras sabem que uma gestante desnutrida lesa em 15% as células cerebrais do feto. 
Por sua vez, adultos incapazes de dominar o idioma pátrio e os rudimentos da matemática serão também incapazes de habilitar-se para as tarefas cada vez mais sofisticadas do mercado de trabalho urbano. O resultado é que disparam as estatísticas do crime e da mendicância, áreas para as quais não se demanda qualificação intelectual alguma e que passam a garantir a sobrevivência de quem não consegue retirar o sustento das atividades produtivas normais.
Depois de te perder, te encontro com certeza / Talvez num tempo da delicadeza (Chico Buarque)
Nem dos movimentos negros. Se o feminismo lutou pelo reconhecimento de que a diferença entre os sexos não implica diferenças de talento e competência, temos de admitir que também não garante diferenças éticas. As poucas mulheres que se destacam em altos cargos políticos interessam menos que a trajetória de milhões de anônimas para as quais o verbo poder importa mais que o substantivo. Hoje se diz que as mulheres “estão podendo”. O início desse deslocamento empreendido em direção ao território ocupado pelos homens foi registrado por Virginia Woolf em seu diário: ela escreveu que na Inglaterra da década de 20 a humanidade estava se transformando, ou pelo menos 50% dela - as mulheres.
A alternativa seria a invenção de uma nova arte erótica, mais de acordo com as possibilidades de troca que já estão abertas, embora mal aproveitadas, a partir das novas configurações do masculino e do feminino.
Ensaio do norte-americano Ronald Aronson sobre o fim da amizade entre os dois intelectuais diz que um foi reflexo do outro, a despeito das diferenças ideológicas.
Com Sartre fazendo tudo para apoiar a luta pela independência argelina e Camus defendendo que a Argélia devia continuar sob o controle francês, razões para desavenças não faltavam. Faltava, sim, segundo Aronson, a última faísca para botar fogo no anticomunismo de Camus, justamente Arthur Koestler, o autor de O Zero e o Infinito, que definiu a União Soviética como “autocracia autoritária com capitalismo de Estado”.
Para Sartre, o que existia era o homem revolucionário, nada metafísico, que participava da história e lutava, mesmo sob o risco de cometer erros ou excessos. Camus, que pertenceu ao Partido Comunista de 1935 a 1937, sendo depois expulso, não teria o direito de escrever um livro para influenciar pessoas que lutam se não estava disposto a participar da luta, decretou Sartre. Antes ficar com as mãos sujas de sangue e a consciência limpa do que em cima do muro, como o “contra-revolucionário” Camus, defendia o filósofo, para seu escândalo. O amigo que lhe abriu as portas de Paris agora o deixava trancado do lado de fora. Todos os intelectuais ligados a Sartre o ridicularizavam. 

Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei durante mais de um ano, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar" o animal. Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior. O que a caçada aborígine nos ensina? Em primeiro lugar vemos que a "dança" é uma preparação mental e física para a caçada (objetivo) e ao mesmo tempo um verdadeiro "treinamento".
Para atingir um objetivo é preciso que não nos economizemos em nossa capacidade de participar dos programas e projetos de qualidade, produtividade, agressão ao mercado, vendas e outras atividades que levem nossa empresa ao sucesso. Há pessoas que não se envolvem, não se comprometem, com a idéia falsa e errônea de que não se envolvendo e não se comprometendo ficam isentas de problemas. Nada mais falso! 
Racismo
O arquiteto Oscar Niemeyer completou um século de vida sob grande reverência da mídia. Ele foi tratado como "gênio" e um "orgulho nacional", respeitado no mundo todo. Não vem ao caso julgar suas obras em si, em primeiro lugar porque não sou arquiteto e não seria capaz de fazer uma análise técnica, e em segundo lugar porque isso é irrelevante para o que pretendo aqui tratar.
A proposta é uma sugestão, na verdade. Acho que esses três comunistas mostrariam ao mundo que colocam suas ações onde estão suas palavras, provando que realmente admiram Cuba. Verissimo recentemente chegou a escrever um artigo defendendo Zapata e Che Guevara. Não seria maravilhoso ele demonstrar a todos como de fato adora o resultado dos ideais dessas pitorescas figuras? Enfim, Niemeyer completa cem anos de vida. Um centenário defendendo atrocidades, com incrível incapacidade de mudar as crenças diante dos fatos. O que alguém como Niemeyer tem para ser admirado, enquanto pessoa? 
Se sua promessa de Ano Novo é abandonar de vez o sedentarismo, algumas recomendações da personal trainer Valéria Alvim podem ajudar: pratique uma atividade que proporcione prazer e busque sempre acompanhamento para evitar lesões e manter a motivação. Uma opção barata e segura para quem não gosta de academia é a caminhada. "A pessoa pode começar com 20 minutos três vezes por semana e, depois de um mês, passar para meia hora cinco vezes por semana", prescreve. Como o corpo se acostuma com o exercício, é preciso aumentar a intensidade gradualmente para não perder a animação com os resultados. "No caso da caminhada, é preciso acelerar o passo ou incluir subidas no trajeto", ensina.
Retomar a dieta abandonada nas orgias gastronômicas de fim de ano, ou mesmo começar um plano de emagrecimento, é um desafio e tanto. Mas não adianta radicalizar, escolhendo um regime restritivo demais. "Quando se emagrece rápido, o corpo consome massa muscular como fonte de energia, o que é percebido como agressão. A conseqüência é que o metabolismo fica lento e a pessoa volta a engordar facilmente", explica o endocrinologista Felippo Pedrinola.
Quem já tentou largar o cigarro algumas vezes sabe o quanto é frustrante retornar ao vício. "A recaída é um fato, pois o processo adaptativo é longo", esclarece a médica Jaqueline Scholz Issa, diretora do Programa de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração (Incor), de São Paulo. Em alguns casos, os remédios são necessários para controlar os sintomas de abstinência, como irritabilidade e depressão.



Para a maioria não, justamente porque acham que é um sacrifício!! E isso não é visto apenas nas atividades físicas, as pessoas tem preguiça de estudar, de trabalhar e até de se divertir acredite! Por isso a televisão é o que é hoje, a maioria se alimenta pela vida dos outros, por que é mais fácil ver um filme ou uma novela e viver aquela pintura como se fosse a vida real. As pessoas mais interessantes que eu conheço fazem, nunca se acomodam. As vezes alguns até chegam a construir algo mas param de produzir e pensar por ter conquistado uma estabilidade financeira ou social.Seu trabalho é diversão pra você? Ótimo! A atividade é uma diversão pra você? Ótimo! Saiba que essa é a melhor maneira de se manter saudável e feliz, comprovado cientificamente. 