9 de abr. de 2008

Dois homens e um mesmo quarto de hospital


Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.

Um deles podia se sentar na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha que ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas e horas. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia passar: Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã , a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. A enfermeira ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas passar alguma coragem pra ele...

Moral da História: Existe uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. 'O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.'
Enviado pelo grande amigo Alberto Batista
Picture by M. Klung

8 de abr. de 2008

Sonho da casa própria


Forças antagônicas


Só é possível combater a ignorância com educação.

O ressentimento com perdão.

A brutalidade com gentileza.

O ódio com amor.

De nada adianta tentar acabar com a guerra, da maneira como muitos fazem: gerando mais guerra. Isso só faz acumular e ampliar a energia de destruição.

É pura física: para anular uma força, insira outra equivalente, mas oposta.

Qualquer criança aprende isso na escola (+ com - é igual a 0).

Mas infelizmente nosso mundo não é governado por crianças, mas sim por adultos que esqueceram que as coisas podem - e devem - ser bem mais simples; basta sintonizar aonde há bondade, e essa bondade irá naturalmente anular o mal ao seu redor.

Tensão


Tensão é um estado de luta. É uma preparação do corpo para se defender das ameaças externas. A maioria de nós é cronicamente tensa.
Acostumamo-nos a ver perigo em tudo, a achar que as pessoas não nos querem bem, que o mundo é mal, que a vida é perigosa.
A partir daí, estamos sempre à espera do pior. E somos alimentados nesses pensamentos pelas outras pessoas que também vivem sob tensão pelas notícias que acompanhamos diariamente nos jornais, pelas pessoas que nos cercam e, com a melhor das intenções, nos advertem dos perigos da vida.

O mundo, sem dúvida alguma, nos apresenta certo grau de ameaças reais e imediatas. O grau de preparação para enfrentá-las, traduzida em tensões musculares no nosso corpo, é excessivo e representa mais os nossos pensamentos catastróficos sobre o futuro numa tentativa infrutífera de controlarmos antecipadamente o que de ruim possa nos acontecer. E, como pensamos constantemente o pior, estamos sempre em estado de alerta, de ansiedade e de preocupação. Por outro lado, é real que vivemos numa era de ansiedade, pressa, conflitos, incertezas.

A multiplicidade de papéis que exercemos a pressão para o sucesso profissional, financeiro e a cobrança excessiva de perfeição são fatores desencadeantes de uma maneira de viver estressada que, à medida que se torna habitual, também se torna inconsciente. Só percebemos nosso grau excessivo de tensões quando aparecem os sintomas mais intensos: insônia, infarto, pânico etc. Uma boa opção é se dedicar a um cuidado corporal através de técnicas – hoje amplamente disponíveis –, que nos ensinem novamente a estar com o corpo em paz.
Exercícios físicos, massagens, técnicas respiratórias, relaxamento, meditações, descansos programados são apenas algumas possibilidades. Não tenha medo de parar a máquina. Você não vai sucumbir, não vai fracassar. Ao contrário, quanto mais relaxados estivermos, mais espontâneos, mais alegres vamos ficar. E esse estado de energia nos conduzirá a relacionamentos mais amorosos e mais harmoniosos. E aí teremos o verdadeiro sucesso: social e, sobretudo, pessoal.
Antônio Roberto

Canção das mulheres


Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco – em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.

Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo: “Olha que estou tendo muita paciência com você!”

Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: “Mas que chateação essa sua mania, volta pra cama!”

Que se eu peço um segundo drinque no restaurante o outro não comente logo: “Pôxa, mais um?”
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro – filho, amigo, amante, marido – não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
Lya Luft
Picture by Gustave Coubert

7 de abr. de 2008

Diferença entre Bom, Ruim e Terrível


Bom: Sua esposa está grávida.
Ruim: São trigêmeos.
Terrível:Você fez vasectomia ano passado e não contou pra ninguém.


Bom:Sua esposa não fala mais com você.
Ruim: Ela quer o divórcio.
Terrível: Ela é advogada.


Bom:Seu filho passou da puberdade.
Ruim:Ele está envolvido com a vizinha da frente.
Terrível: Você também está.


Bom:Seu marido entende de moda feminina.
Ruim: Usa a sua roupa.
Terrível: Fica melhor nele que em você.

Bom:Você decide dar aula de educação sexual para a sua filha.
Ruim: Ela te interrompe várias vezes.
Terrível: Corrigindo você.


Bom:Sua filha arranjou seu primeiro emprego.
Ruim: De prostituta.
Terrível: Seus colegas do futebol e do trabalho estão todos ficando clientes dela.
Mais terrível ainda: Ela está ganhando 40 vezes mais que você e disse que vai reformar a casa e te dar um carro novo.


Bom: Você arranjou uma gata quente para bater papo via chat. Começou no erótico, partiu pra sacanagem e descambou para a pornografia pura.
Ruim: Não agüentando mais você resolve se revelar. Ela responde que conhece você muito bem e que não vai dar para continuar porque você não passa de um grande canalha e, ainda por cima, vai contar para a sua mulher!
Terrível: Era sua sogra.

Moral da história: Tá ruim? Não reclame. Aprenda a sorrir de seus problemas e não terá razões para deixar de sorrir! Loucura é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes! e lembre-se que um dia você já foi o espermatozóide mais esperto da turma!

A verdade


A verdade é como o Sol.
Ela permite-nos ver tudo, mas não deixa que a olhemos .
Victor Hugo
Picture by Joyce Lieberman

A sabedoria só se obtém pelo esforço


Certos vícios, temos o hábito de atribuí-los aos condicionalismos do lugar e do tempo, mas o certo é que, para onde quer que vamos, esses vícios nos acompanham. Para quê iludirmo-nos?
O nosso mal não vem do exterior, está dentro de nós, enraizado nas nossas vísceras, e, como ignoramos o mal de que sofremos, só com dificuldade recuperamos a saúde.

E mesmo que já tenhamos iniciado o tratamento, quando nos será possível levar de vencida a enorme virulência de tão numerosas enfermidades? Nem sequer solicitamos a presença do médico, quando afinal é mais fácil tratar uma doença ainda no início. Almas ainda frescas e inexperientes obedecem sem tardar a quem lhes indique o justo caminho. Só é difícil reconduzir à via da natureza quem deliberadamente dela se apartou.

Parece que temos vergonha de aprender a sabedoria! Pelos deuses, se acharmos que é vergonhoso buscar um mestre, então podemos perder a esperança de obter as vantagens da sabedoria por obra do acaso. A sabedoria só se obtém pelo esforço.

Para dizer a verdade, nem sequer é necessário grande esforço se, como disse, começarmos a formar e a corrigir a nossa alma antes que as más tendências cristalizem. Mas mesmo já empedernidas, nem assim eu desespero: com esforço persistente, com cuidados aturados e intensos, todas as más tendências serão vencidas. Podemos aprumar toros de madeira, por muito tortos que estejam; por meio de calor é possível endireitar pranchas curvas e adaptar a sua forma natural às nossas conveniências.

Com muito mais facilidade se pode dar forma à alma, essa entidade flexível, mais maleável que qualquer líquido. De fato o que é a alma senão uma espécie de sopro dotado de certa consistência? Ora tu podes observar como o ar é mais elástico que as outras espécies de matéria por ser a mais subtil. Não há, pois, Lucílio, motivo para desesperares de nós pelo fato de a maldade nos dominar, nos possuir mesmo há tanto tempo: ninguém atingiu a sabedoria sem primeiro passar pela insensatez!

Todos temos o inimigo dentro de casa: aprender as virtudes equivale a desaprender os vícios. Com tanto maior vontade nos devemos aplicar a emendar-nos: uma vez aprendidos, os bens da sabedoria permacem para sempre na nossa posse. A virtude nunca se esquece. As plantas crescem com dificuldade num solo inadequado, e por isso será fácil arrancá-las, eliminá-las; mas colocadas num terreno apropriado ganham raízes firmes.

A virtude está de acordo com a natureza; os vícios, esses, são como plantas daninhas e nocivas. As virtudes adquiridas não podem ser extirpadas, é com facilidade que as podemos conservar; adquiri-las, contudo, é tarefa árdua, portanto é próprio de um espírito fraco e doente recear experiências desconhecidas. Obriguemos, portanto, esse espírito a dar os primeiros passos. Passada esta fase o tratamento deixa de amargar e torna-se mesmo, enquanto se processa a cura, uma fonte de prazer. Com os remédios do corpo o prazer só chega depois da cura; a filosofia, pelo contrário, é salutar e saborosa simultaneamente.
Sêneca
Picture by Reilee Bach

A águia


A águia tem a maior longevidade de sua espécie. Chega a viver 70 anos.
Para chegar a essa idade ela tem que tomar uma decisão difícil.

Aos 40 anos seu bico alongado e pontiagudo curva-se, suas unhas compridas e flexíveis não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta. Suas asas envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas apontam contra seu peito e voar. Torna-se muito difícil.
Então, a águia só tem duas alternativas: Morrer ou enfrentar um processo doloroso de renovação que durará 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto da montanha e recolher-se em seu ninho
Alí, bate violentamente o bico contra uma pedra até arrancá-lo.
Após arrancá-lo espera nascer um novo bico para então arrancar suas próprias unhas.
Quando nascem suas novas unhas passa a arrancar suas penas envelhecidas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e viverá então mais 30 anos.
Muitas vezes, temos que nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para continuar a voar um vôo de vitórias, devemos às vezes nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições do passado.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o valioso resultado de uma renovação.
Você está pronto para se transformar em uma águia?

6 de abr. de 2008

As coisas misteriosas


As coisas misteriosas são o que há de mais belo, grandioso, e doce na existência.
Os mais maravilhosos sentimentos são os que nos agitam com certa confusão: pudor, amor casto, amizade virtuosa, rescendem misterioso perfume.
Dirieis que os corações amantes com meias palavras se compreendem e se franqueiam. A inocência, santa ignorância, não é per si o mais inefável dos mistérios?
Exulta a infância porque tudo ignora; amisera-se a velhice porque tudo sabe: felizmente para ela, principiam os mistérios da morte onde fenecem os da vida.
Dá-se nos afetos o que se dá nas virtudes: as mais angélicas são as que, derivadas imediatamente de Deus, à maneira da caridade, folgam de esconder-se à vista, como a origem delas.
François Chateaubriand
Picture by Odilon Redon

A Pineal como Terceiro Olho


Por conta de sua forma semelhante a uma pinha, do latim pinea (pronuncia-se pínea), esta glândula foi assim denominada, sendo também chamada deepífise (do grego epiphysis , de epi "sobre" e physis , "crescimento", "formado na extremidade", pois é um corpúsculo oval situado no cérebro, por cima e atrás das camadas ópticas). 

As glândulas hipófise e pineal são místicas por excelência. Místicas no sentido de misteriosas, pois a ciência ainda conhece pouco sobre elas, principalmente a pineal, e também por serem cultuadas por algumas ordens, seitas, filosofias etc. A biologia tem muitas dúvidas sobre essas glândulas, mas existem estudiosos que afirmam pertencerem elas a uma classe de órgãos que permanecem estacionários e latentes. 

Há quem sustente que, em outras épocas, quando o ser humano estava em contato com os "mundos internos", esses órgãos eram os meios de "ingresso"a eles e tornarão a servir a esse propósito em seu estágio ulterior. A pineal é o órgão físico da visão etérea e astral, como muitos afirmam. Ela está situada no lado occipital, por cima e atrás da região da visão comum.


Na Índia, é o terceiro olho, o olho de Shiva (o terceiro membro da trindade do hinduísmo: Brahma, Vishnu, Shiva ou Siva). Ao longo de estudos, procurou-se considerar a glândula pineal como simples remanescente de um olho ancestral, isso porque no lagarto ocelado - que tem ocelos (olhinhos) - existe uma vesícula fechada, de parede cristalina anterior e uma retina (pequena rede de nervos), formado por bastonetes (tipos de células em forma de bastão que fazem parte do sistema celular dos olhos) cercado de pigmentos em conexão com o nervo epifisário da pineal. 

Essa vesícula está situada em cima da cabeça do animal, embaixo da peledesprovida de pigmento e dentro de um orifício craniano. Esse "olho" ímpar apresenta-se mais ou menos degenerado nos demais lagartos.

Não nos esqueçamos que a Teoria da Evolução nos considera um réptil que foi desenvolvendo cérebros sobrepostos (Paul MacLean, A Teoria do Cérebro Trino). René Descartes (1596-1650) (em latim Cartesius, daí o adjetivo "cartesiano"), filósofo, místico e fundador da moderna matemática, considerava a pineal como a "sede da alma racional". 

O termo "racional" deriva-se do latim "ratio" (pronuncia-se rácio), palavra que significa "comparação". Para este filósofo, a pineal era a glândula do saber, do conhecer. Segundo ainda esse filósofo francês, a glândula pineal "transforma a informação recebida em humores que passam por tubos para influenciar as atividades do corpo". É preciso notar que durante muito tempo predominou na medicina na Antiguidade, a doutrina do "humorismo".

Pensava-se que a disposição da pessoa dependia da natureza dos humores orgânicos (sangue, linfa, pituíta e bílis); assim, por exemplo, da secreção da bílis dependia o bom ou mau humor. Por exemplo, "atrabiliário", que significa "melancólico", "colérico", "violento" vem de atra bilis, "bílis negra", humor que se supunha ser secretado pelos coléricos. "Melancolia" vem do grego *melagcholia *, "negrabílis", pelo latim melancholia.

O sistema de Hipócrates, o mais ilustre médico da Antiguidade (aproximadamente 460-377 a.C.), baseia-se na alteração dos humores, que também era o sistema de Galeno (131 - cerca de 201), outro famoso médico da Grécia antiga, considerado por muitos o pai da neurofisiologia. O célebre provérbio: "Hipócrates diz sim, mas Galeno diz não", não significa antagonismo entre o sistema dos dois médicos. é uma maneira jocosa a respeito das contradições das opiniões médicas quando elas ocorrem.


Do que foi exposto, deduzimos que a pineal representa um portal que permite ao Eu Sápico exercer influência bastante definida sobre o Eu Físico. À luz dos conhecimentos científicos atuais, a pineal é freqüentemente chamada de "reguladora das reguladoras", governando muitas atividades do hipotálamo e da hipófise. 

A pineal é composta de células perceptoras cujo grau de intensidade ainda não sabemos. A luz, recebida por intermédio dos olhos e do corpo todo, influencia a função da pineal e, por isso, regula o ciclo vigília/sono. Hoje em dia, fala-se e usa-se muito o hormônio melatonina para regular ociclo vigília/sono. 

Este hormônio da pineal é produzido durante a noite para o sono e cessa com o sol, para despertar, falando-se de maneira simples. O excesso de melatonina parece gerar depressão e aí estaria a grande incidência de depressão nos países em que o sol aparece com pouca freqüência. Direta ou indiretamente, a pineal funciona, então, como um olho para a luz e não será ela "os olhos da mente"?
Prof. Luiz Machado

Fenomenologia orgânica e psíquica da mediunidade


Há quase um século se estuda os fenômenos orgânicos e psíquicos da mediunidade. No Brasil um dos mais importantes estudiosos nesta área é o neuropsiquiatra Sérgio Felipe de Oliveira, mestrado em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor da Clínica Pineal Mind de São Paulo.

Nesta entrevista para a revista “Saúde e Espiritualidade” (“Health and Spirituality”), Dr. Sérgio nos conta um pouco de seus estudos e investigações sobre a glândula pineal e a mediunidade.

A Ciência reconhece o tema da “mediunidade”?
O Código Internacional de Enfermidades (CID) N°10 (F44.3) de certa forma o reconhece; do mesmo modo que o tratado de Psiquiatria de Kaplane e Sadock, no capítulo sobre as teorias da Personalidade, quando se refere ao estado de transe e de possessão pelos espíritos. Carl Gustav Jung, fez um estudo com uma médium possuída por espíritos. Enfim, já é uma abertura para discutir o tema do ponto de vista científico.

No seu curso, como o senhor orienta as pessoas para o estudo da mediunidade?
De início, é necessário apresentar os conceitos de Universos Paralelos e a Teoria das Superquedas, porque essas hipóteses científicas buscam a unificação de todas as forças físicas conhecidas e pressupõem a existência de 11 dimensões, coincidindo com a revelação espírita sobre os diversos planos da vida espiritual. Temos que estudar também outros temas científicos importantes, tal como a Física Quântica, apresentada por Einstein e desenvolvida por Paul Dirac, assim como o teorema de Gödel. Precisamos discutir um pouco sobre os tipos de matéria que participam da construção dos corpos sutis do espírito, além de estudar a dinâmica da Psicologia Transpessoal. Assim podemos entender melhor como se pruduz a comunicação entre os espíritos, sejam esses encarnados ou desencarnados.

Que seria realmente a mediunidade?
A mediunidade é uma faculdade da percepção sensorial. Como qualquer faculdade deste tipo, para ser exercida, a mediunidade necessita de um órgão que capte e o outro que interprete. A nossa hipótese é que a glândula pineal é um órgão sensorial da mediunidade, como um telefone celular, que capta as ondas do aspecto eletromagnético, que vêm da dimensão espiritual, e o lóbulo frontal faz o juízo crítico da mensagem, auxiliado pelas demais áreas encefálicas.


Mas a glândula pineal não se calcifica depois dos 10 anos de idade?
De fato, ocorre o processo bio-mineral da glândula e ela se calcifica. Em minha tese de doutorado da USP, investiguei os cristais da glândula pineal mediante a difração dos raios X.
Eu usei também a tomografia computadorizada e a resonância magnética. Tive a oportunidade de observar nos cristais uma micro circulação sangüínea que os mantinha metabolicamente ativos e vivos.
Acredito que sejam estruturas diamagnéticas que repelem ligeiramente o campo magnético, cujas ondas se deixam ser recocheteadas de um cristal a outro. Isso é como um seqüestro dos campos magnéticos pela glândula. Quanto mais cristais uma pessoa tem, mais possibilidades terá de captar as ondas eletromagnéticas. Os Médiums ostensivos têm mais cristais.

Quais são os sintomas da mediunidade?
Variam dependendo do tipo da mediunidade. Nos fenômenos espíritas, como é o caso da psicofonia, da psicografia, da possessão, etc, há captação pelos cristais da glândula pineal e sua ativação adenergética, quero dizer que pode ocorrer ataque cardíaco, aumento do fluxo renal, circulação periférica diminuída, etc. Nos fenômenos psíquicos, em que a alma do encarnado se afasta do corpo, como em estado de desdobramento, os sintomas são outros: podemos ter distúrbios de sono, sonambulismo, terror noturno, ranger de dentes, angústia, fobia, etc. Encaixam-se aqui também os fenômenos de cura e ectoplasma. Nos psíquicos, ocorrem mais fenômenos colienergéticos: expansão das atividades do aparelho digestivo, diminuição da pressão arterial, etc.

Quer dizer que a mediunidade não se manifesta sempre como fenômeno paranormal?
Correto. Uma boa parte das vezes, se expressa mediante alterações do comportamento psicobiológico. A explicação é a seguinte: a glândula pineal, um órgão sensorial, capta as ondas magnéticas dos universos paralelos; a percepção seria enviada ao lóbulo frontal que a interpretaria. Para isso é necessário se ter um certo treino e, antes de mais nada, a transcendência, do contrário não há desenvolvimento nessa área.

E no caso de a pessoa não conseguir essa trascendência?
Nesse caso as ondas magnéticas vão influir diretamente sobre as áreas do hipotálamo e as estruturas ao seu redor, sem passar pelo juízo crítico do lóbulo frontal e sem receber seu comando. Conseqüentemente a pessoa perde o controle do comportamento psicobiológico e orgânico. É o que acontece em muitos casos de obesidade, quando a pessoa come sem fome ou nos casos de dificuldades nas relações sexuais.
Se o efeito se produz na área da agressividade, haverá talvez um aumento da auto-agressividade (desencadeando depressão e fobia) ou da hetero-agressividade (com violência contra outras pessoas). Se o sistema reticular ascendente é ativado (esse sistema é responsavel pelos estados de sono e vigilia) podem ocorrer distúrbios nessa área. Nos casos citados ocorrem sintomas sem desenvolvimento da mediunidade, com alterações hormonais, psiquiátricas ou orgânicas. Se não há o controle do lóbulo frontal, as áreas mais primitivas predominam. A pessoa não usa a capacidade de transcendência. Essas são hipóteses que acumulei durante as investigações e nos casos clínicos.

Se um paciente lhe perguntasse se o seu problema é espiritual ou orgânico, qual seria a sua resposta?
Não existe uma coisa separada da outra. Eu parto da hipótese de que a pessoa é um espírito. Por isso a influência espiritual tem repercursão biológica e os comportamentos psico-orgânicos têm influência sobre o espírito.

Qual e o caminho para a integração da ciência e da espiritualidade?
O cérebro está, como um embrião, ligado ao coração. Não existe raciocínio sem emoção. Somente a capacidade de amar constrói a verdadeira identidade das pessoas. Somente após a união definitiva entre a Ciência e a Espiritualidade, a humanidade poderá encontrar a paz e o amor.
Da revista Saúde e Espiritualidade da Associação Médico Espírita.

O Hospital dos Incuráveis


Apenas na segunda década do século XIX, surgia o primeiro hospital especial para o tratamento médico de doentes mentais no sul da Itália. Foi a Real Casa dos Loucos, o famoso manicômio de Aversa.

Até então, os loucos de toda a Itália meridional eram "recolhidos, alimentados e tratados" num setor especial, com-pre-en-dido na Real Casa Santa dos Incuráveis.

Era um imenso hospital geral, o Ospedale degli Incurabili di Napoli, criado em 1519, e que acolhia, em diferentes edifícios, todo o tipo de doentes da região. O tratamento, administrado pelo maestro dei matti (mestre dos loucos), incluía dietas, banhos, vomitórios, trabalho e freqüentemente castigos, como aconselhavam grandes autoridades médicas, entre elas L. Tozzi (Opera omnia, Veneza, 1711, t.1), para quem "qualquer tipo de loucura, dificilmente se rende à medicina, e reconduzir os dementes à reta via da razão é quase impossível".

Ao concluir que "os maníacos são contidos e reprimidos muito mais pelas pancadas, ameaças e censuras do que pelos fármacos, que nem querem tomar", Tozzi (sucessor de Malpighi e médico do papa Inocêncio XII) apoiava-se também na autoridade de Willis (1625-1675). "A finalidade primária é naturalmente curativa (...) a disciplina, as ameaças e pancadas são necessárias tanto quanto o tratamento médico (...) na verdade, nada é mais necessário e eficaz para a cura dessa gente que forçá-la a respeitar e temer a intimidação. Com este método, a mente, mantida a freio, é induzida a renunciar à sua arrogância e logo se torna mansa e organizada. É por isso que os maníacos curam-se com maior rapidez se são tratados com a tortura e a detenção em cela mais do que com os medicamentos." (Willis, Opera omnia, Lyon, 1681).

A dura vida dos pacientes da Real Casa Santa de Nápoles incluía outro tratamento, bastante original, que, por sua propalada eficácia, deu certo renome à instituição. Consistia, basicamente, em impor uma dieta alimentar muito restrita e rígida, quase um jejum. Em sua famosa obra Sobre a força da fantasia humana, L. A. Muratori diz: "Ora, a doença em que consiste a loucura é, na maior parte dos casos, incurável; em alguns casos, o paciente cede ao tratamento médico. No insigne Hospital de Nápoles, os loucos são mantidos com uma alimentação tão reduzida que se tornam como esqueletos.

Pouco a pouco (...) diluídos os humores maus e trocado todo o sangue, acredito, que alguns deles fiquem com a cabeça curada". (Della forza della fantasia umana, Veneza, 1740). A purificação dos humores e a troca do sangue doentio era o objetivo médico predominante e explícito, desse tratamento cruel. Mas, na verdade, a "eficácia" se devia a outras conseqüências: graças à exaustão física, esses "quase esqueletos" ficavam incapacitados para quaisquer ações violentas e, assim, "dóceis" às rígidas imposições da instituição.

Além disso, a exaustão imposta funcionava como um tratamento de choque emocional antidelírio: os pacientes enfrentavam, além do sofrimento físico e da sensação de impotência, a impressão angustiante da morte iminente. Uma impressão que poderia despertar neles algum instinto de defesa, capaz de ligá-los, de novo, à vida real. É uma explicação que se aplicaria também a outros tratamentos somáticos ditos "de choque".
Isaias Pessotti

5 de abr. de 2008

Testemunha ocular


Um ladrão com uma arma entra em um banco e exige o dinheiro ao Caixa.
Uma vez com o dinheiro na mão ele se volta para um cliente e pergunta:
-- Você me viu roubar este banco?
-- Sim, eu vi.
O ladrão atira nele, matando-o instantaneamente.
Depois se volta para um casal parado a seu lado e pergunta ao homem:
-- Você me viu roubar este banco?
-- Não, mas minha mulher viu.

Talento


Todos acham que ter talento é questão de sorte; ninguém pensa que a sorte pode ser uma questão de talento.
Jacinto Benavente
Picture by Marilyn Sholin

4 de abr. de 2008

A pobreza é cruel


Ia eu caminhando tranquilamente com minha esposa, quado subitamente vi uma criaturinha com suas roupas completamente rasgadas.

Fui tomado por uma imensa dor ante tal cena que me paralizou e fez brotar em mim um sentimento de solidariedade.

Quis imediatamente abraçar e dar um pouco de carinho àquela criatura.

Queria levá-la para casa, mas minha esposa, insensível que é, não permitiu.
Não me restou outra alternativa a não ser deixá-la ir e compartilhar com os amigos a foto.
Ficou a lição : como a pobreza é cruel!
Enviado pelo abnegado Dr. Luíz Gustavo

Tua verdade



Não te convenças de que a tua verdade possa ser encontrada por qualquer outro.
André Gide
Picture by Ruth Palmer

A alma


A alma que abriga a filosofia deve, para a sua saúde, tornar o corpo são.
Michel de Montaigne
Picture by Stuart Davis

Como não educar seu filho


Policiais de Houston, no Texas, publicaram uma norma de 10 pontos de “como criar um delinqüente”; é interessante meditar neste resumo:

1- Comece na infância a dar a seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando ele crescer, acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que ele deseja.

2- Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.

3- Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até ele chegar aos 21 anos e “decida por si mesmo”.

4- Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.

5- Discuta com freqüência na presença deles. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.

6- Dê-lhe todo o dinheiro que quiser.

7- Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar “frustrações prejudiciais”.

8- Tome partido dele contra vizinhos, professores e policiais. (Todos têm má vontade com seu filho).

9- Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: “Nunca consegui dominá-lo”.

E, finalmente...
10- Prepare-se para uma vida de desgosto.

Vivemos num mundo com tanta violência e visível falta de educação. Vale a pena pensarmos melhor em que tipo de valores estamos repassando ao nossos filhos. Se você achou interessante esta mensagem comente com o maior número possível de pais, professores e de, futuros pais.
O mundo precisa de cidadãos de bem, e a responsabilidade também é nossa.

"Eduque os meninos e não será preciso castigar os homens"

3 de abr. de 2008

A freira e a Ferrari


Uma freira andava distraída pela rua quando de repente uma loira lhe ofereceu carona. Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro, uma reluzente Ferrari vermelha com estofado de couro.

A irmã comentou:

- Que belo carro a senhora tem! Deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?

- Não foi bem assim não, Irmã! Na verdade eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!

A freira não diz nada. Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison...
- O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, hein?
- Na verdade não me custou muito. Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol.
Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.
Chegando ao convento ela foi pro quarto e de repente alguém bate na porta.
- Quem é?
- Sou eu! ...... O Padre Osvaldo!
A freira diz:
- Vai prá pqp! Você e suas balinhas de hortelã!!!

É proibido


É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por suas dúvidas e mau humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não lhe importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida lhe dá, também lhe tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda
Picture by Miltom Avery

Leis imutáveis ou variações das Leis de Murphy


Leis imutáveis ou variações das Leis de Murphy

Lei da prática profissional:
O cliente que menos paga é o que mais reclama.

Lei dos 90-90:
Os primeiros 90% de uma tarefa consomem 90% do tempo. Os últimos 10% consomem outros 90%.

Lei perdida de Fang:
A humanidade pode ser melhor entendida se dividirmos as pessoas em três classes: aquelas que pensam; aquelas que não pensam; aquelas que fariam melhor se não pensassem.

Lei do preguiçoso:
Se você tem um trabalho difícil, entregue-o a um preguiçoso. Logo ele arrumará um meio fácil de executá-lo.

Lei da gravidade seletiva:
Um objeto sempre cai de forma a causar o maior dano.

Lei do grupo de trabalho:
O trabalho em equipe é essencial. Permite que você ponha a culpa em outro.

Lei do circuito eletrônico:
Em qualquer circuito eletrônico, o componente de vida mais curta será instalado no local de acesso mais complicado.

Princípio da banana:
Se você compra bananas ainda verdes, elas serão consumidas antes de amadurecerem. Se as compra maduras, elas apodrecerão antes de serem consumidas.

Segunda lei do azar:
A probabilidade de cruzar com um conhecido aumenta quando você está com alguém com quem não quer ser visto.

Lei do flagra:
Mal você resolve se esticar na cadeira e relaxar pela primeira vez em todo o dia, o chefe entra na sala.

Primeira lei do consumismo:
Uma garantia de 60 dias é a segurança de que o produto se auto-destrói no sexagésimo primeiro dia.

Lei do andarilho:
Todos os caminhos tem mais trechos de subida do que trechos planos ou de descida.

Lei do esporte:
O melhor lance da partida acontece quando você está olhando para o placar ou comprando uma cerveja.

Lei de Murphy

A primeira Lei de Murphy diz que:

Se há duas ou mais formas de fazer alguma coisa e uma das formas resultar em catástrofe, então alguém a fará.

Era, então, um princípio de design defensivo. Por exemplo, não faça uma ficha de dois pinos simétricos e ponha o rótulo "Este lado para cima"; se realmente importa o lado pelo qual ela deve ser ligada, então você deve criar um design assimétrico para que ele não possa ser ligado erroneamente.

Edward A. Murphy foi um dos engenheiros que trabalhavam nos experimentos de foguetes que seriam realizados pela Força Aérea Americana (USAF) em 1949, através do projeto MX981, para testar a tolerância humana à aceleração. Um experimento envolvia um conjunto de 16 acelerômetros montados em diferentes partes do corpo de uma pessoa-teste (uma "cobaia").

Havia duas formas pelas quais cada sensor podia ser colado em sua base e somente uma era a correta. De acordo com a lei das probabilidades, todas as 16 peças foram fixadas de maneira errada. Murphy então realizou pela primeira vez esse pronunciamento. Tal pronunciamento foi citado pela pessoa-teste Major John Paul Stapp em uma conferência de imprensa alguns dias mais tarde.

Dentro de meses a Lei de Murphy tinha se espalhado por várias culturas técnicas ligadas à engenharia aeroespacial. Antes que se passassem alguns anos, muitas variações da lei foram criadas pela imaginação popular. A maioria dessas modificações são do tipo "Se alguma coisa puder dar errado ela vai dar errado e da pior maneira possível", ou "O pão sempre cai com a manteiga para baixo".

2 de abr. de 2008

Você acha que já viu de tudo?



Existe uma empresa que produz e instala sistemas de lava-carros (Magic Wand Car Wash System).
Recentemente esta empresa instalou um Lava-Carros em Frederick, Md, USA.

Esses sistemas são completos, e incluem até troca e recebimento de dinheiro em caixa automático. O problema começou quando o comprador desse sistema reclamou ao fabricante que a cada semana um certo montante de moedas era perdido.

O dono do Lava-Carros chegou a dizer que os funcionários do fabricante teriam a chave dos depósitos de moeda, e seria assim que ele estava sendo roubado. Não acreditando que alguém estivesse fazendo aquilo, o fabricante instalou câmeras pra pegar o ladrão 'no flagra'.

Uma vez identificados os ladrões, foram achados mais de US$ 4.000 em moedas de US$ 0.25 no telhado do Lava-Carros e em outros das redondezas.

Você achou que já tinha visto de tudo, não foi?

Lição de perseverança

Já observou a atitude dos pássaros ante às adversidades?

Ficam dias e dias fazendo seu ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes.

E quando já ele está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se conseguiu.
O que faz o pássaro? Pára, abandona a tarefa?
De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo.
Dói recomeçar do zero.
Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando.
Já sentiu que sua vida, seu trabalho, sua família, seus amigos não são o que você sonhou?

Tem vontade de dizer basta, não vale a pena o esforço, isto é demasiado para mim?
Você está cansado de recomeçar, do desgasteda luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estava a ponto de conseguir?
Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez, não se entregue nunca, faça uma oração, ponha sua esperança na frente e avance.

Não se preocupe se na batalha seja ferido, é esperado que algo assim aconteça.
Junte os pedaços de sua esperança, arme-a de novo e volte a ir em frente.
Não importa o que você passe. Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo.
E sobretudo...
Nunca deixe de cantar.

Woody Allen


As vantagens do nudismo saltam aos olhos.

A maconha causa perda de memória e outra coisa que não lembro.

Morrer é como dormir, mas sem levantar-se para fazer xixi.

A inatividade sexual é perigosa e pode produzir cornos.

Hoje em dia a fidelidade só se vê em equipamento de som.

O negócio mais exposto a quebra é da venda de cristaleiras.

Alguns casamentos acabam bem, outros duram toda a vida.

O casamento é como a caderneta de poupança, de tanto botar e tirar se perdem os rendimentos.

O diabetico não pode fazer lua-de-mel.

Quando tudo sobe, o que baixa é a roupa íntima.

Temos que trabalhar 8 horas e dormir 8 horas, mas não as mesmas.

Os japoneses não olham, espiam.

Qual o animal que depois de morto dá muitas voltas? O frango assado.

Quando um médico erra, o melhor é colocar terra por cima.

A música japonesa é uma tortura chinesa.

O eco sempre tem a última palavra.

Nos aviões, o tempo passa voando.

Os mosquitos morrem entre aplausos.

Meu pai vendeu a farmácia porque não havia mais remédio.

Os japoneses querem abrir seus olhos ao mundo.

Solucionar problemas econômicos é fácil: basta ter dinheiro.

Desfrute o dia, até que um imbecil o estrague.

Ama uns sobre outros.

Faça o bem sem olhar para quem.

É curioso que se chame de sexo oral uma prática que o que menos se pode é falar.

Bígamo: É um idiota ao quadrado.

O mágico fez um gesto e desapareceu a fome, fez outro e desapareceu a injustiça, fez um terceiro e desapareceram as guerras. O político fez um gesto e desapareceu o mágico.

Separação


A reação de persistência em relacionamentos desfeitos parece ser a constate em inúmeros casos. A história se repete de modo geral em separações de todos os tipos: namoros, casamentos, relações extrasconjugais e outros.

E é uma fonte de enormes sofrimentos. Embora a perda faça parte de nossa vida, desde que nascemos e vá nos acompanhar até a morte, suprema perda, não nos acostumamos a ela, e, pior, não sabemos nos livrar do sofrimento ocasionado por ela. Tentamos ludibriar de mil formas a transitoriedade humana e a forma de negá-la é não nos conformarmos com ela.

Essa não-conformação aparece sob a forma de uma esperança desesperada de voltar a relação, em pensamento obsessivo na pessoa perdida, nos momentos passados e no cultivo da dor. A frase “Não consigo esquecê-lo” esconde uma realidade maior. Na verdade ela significa: “não quero esquecê-lo, mas se não esquecê-lo significa sofrimento, como explicar querer continuar a amar a alguém, mesmo que isso implique em dor”? Na expectativa de uma possível volta a pessoa resiste a se livrar de um sentimento amoroso, mesmo sofrido, para receber mais tarde aquele que a abandonou.

Todo mundo dá conta. A natureza humana é constituída de tal forma que naturalmente encontra seus caminhos de superação. É da natureza a evolução dos sentimentos. A vida é um processo belíssimo. Ela se resolve pó si mesma. A dor psicológica tem a mesma trajetória da dor física. Se você tem um corte no corpo, após um sangramento inicial, todo organismo se mobiliza no sentido de estancar o sangue, criar uma ferida para se proteger e depois cicatrizar. Mas se você insiste em cutucar ou jogar salmoura em cima da ferida, ela persistirá por muito tempo. A salmoura emocional para a ferida da separação é o pensamento.

Insistir nos fatos, nas músicas, nos lugares, nas frases, nos presentes bloqueia o processo de ir adiante e nos faz deprimidos, andando para trás. A vida é sempre para frente e todos nós dispomos de uma incrível capacidade de renovação em novas coisas e pessoas. Para isso é fundamental um desejo verdadeiro de nos separarmos de quem se separou de nós. Continuar na postura passiva de vítima, de injustiçados, de abandonados, de ofendidos é uma tática de perpetuação da dor. O passar por uma perda é natural e legítimo. Não podemos porém, ficar muito tempo nisso. A vida não para e não espera. A verdadeira esperança está no futuro e não no passado.
Antônio Roberto

1 de abr. de 2008

Segredos para uma boa vida


Segredos para uma boa vida
Divirta-se ao ar livre
Evite os vícios ruins…
Escute os bons conselhos…
Mantenha-se sempre em alerta.
Talvez o que procuras te encontre
Prepare-se para as surpresas
Observe bem o terreno que pisas
Seja persistente nos seus objetivos
Não permitas que algumas situações te deixe confuso…
Seja curioso…
Não ligue para o seu penteado!
Acima de tudo... Sorria
Picture by Pablo Picasso

Persistência



Nas lutas diárias da vida, lembre-se de que tudo tem um tempo próprio para realizar-se.
A árvore mais alta do mundo, um dia foi semente.
O mar gigantesco é formado por pequenos rios que despejam suas águas em um encontro marcado.
A hora do relógio é formada por segundos que se juntam para formar o minuto.
A casa mais bela e rica, um dia foi apenas projeto.
Assim, tudo segue um cronograma e na Lei Divina nada segue aos pulos ou com privilégios, tudo é justiça pura.
Sabendo que o mundo é construído por etapas, que tudo está em seu devido lugar e no devido momento certo, não abandone seus sonhos, não desistas de lutar pelo seu crescimento.
Refaça seus planos se preciso for, ajuste-o ao momento atual e se agarre com Deus.
Acredite na sua força, mas acredite também que você nunca está sozinho; em nenhum momento os anjos te abandonaram, talvez você não tenha deixado eles se aproximarem, mas eles sempre estarão perto de você.
Não se assuste com as atitudes das pessoas que te cercam; nem sempre elas estão no seu melhor dia, e todos nós temos o direito de estarmos chateados ou até tristes e sem vontade de falar com ninguém.
Portanto, respeite o indivíduo que existe em cada pessoa; não crie expectativas com a vida dos outros, você acaba se machucando e fazendo com que as pessoas se sintam responsáveis por atitudes que só você esperava, que você nem sequer comunicou a pessoa interessada, apenas desejou em seu íntimo.
Tudo
Tem
Seu Tempo!
E o seu tempo de plantar é todos os dias; é a cada minuto. Semeie amor, distribua sementes de carinho e em breve você irá ter a maior colheita de felicidade que um ser humano pode ter.
Nada supera o amor, velhas mágoas desaparecem sob a ação do amor; inimigos se abraçam em nome do amor; parentes afastados se reencontram em nome do amor, e você será abençoado pelo amor que Deus derrama, todos os dias, sobre a sua cabeça em sinal de que Ele acredita em você, sempre!

Paulo Roberto Gaefke
Picture by Andy Warhol

Porque não lembramos de vidas passadas ?


Não lembramos de vidas passadas ?
Porque ?

Não lembramos das vidas passadas e nisso está a sabedoria de Deus.

Se lembrássemos do mal que fizemos ou dos sofrimentos que passamos, dos inimigos que nos prejudicaram ou daqueles a quem prejudicamos, não teríamos condições de viver entre eles atualmente.

Pois, muitas vezes, os inimigos do passado hoje são os nossos filhos, nossos irmãos, nossos pais, nossos amigos,que presentemente se encontram junto de nós para a reconciliação. Por isso, existe a reencarnação.
Certamente, hoje estamos corrigindo erros praticados contra alguém, sofrendo as conseqüências de crimes perpretados, ou mesmo sendo amparados.
Auxiliados por aqueles que, no pretérito, nos prejudicaram.
Daí a importância da família, onde se costumam reatar os laços cortados em existências anteriores.

A reencarnação, desta forma, é a oportunidade de reparação, como também, oportunidade de devotarmos nossos esforços pelo bem dos outros, apressando nossa evolução espiritual.
Quando reencarnamos, trazemos um "plano de vida", compromissos assumidos perante a espiritualidade e perante nós mesmos, e que dizem respeito à reparação do mal e à prática de todo o bem possível.

Se a provação te aflige, Deus te conceda paz. Se o cansaço te pesa, Deus te sustente em paz. Se te falta a esperança, Deus te acrescente a paz. Se alguém te ofende ou fere, Deus te renove em paz. Sobre as trevas da noite, O Céu fulgura em paz. Ama, serve e confia. Deus te mantém em paz.
Emmanuel
Picture by Paul Ranson

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