
Considera-se Diógenes como o filósofo que desprezou ostensivamente os poderosos e as convenções sociais.
Nasceu em Sínope. Foi discípulo de Antístenes, fundador da filosofia cínica.
Como todos os cínicos desprezava as ideias gerais e as convenções sociais, negando a possibilidade da própria ciência.
Diógenes ficou associado a diversos episódios que exprimem as suas ideias éticas, as únicas a que dava verdadeira importância. A única forma de vida aceitável seria a conforme à natureza, tudo o mais não passava de vento.
Conta-se que Alexandre da Macedónia, o grande imperador da antiguidade, ao encontrá-lo teria lhe perguntado o que mais desejava. Ocorre que devido à posição em que se encontrava, Alexandre, fazia-lhe sombra. Diógenes, então olhando para o sol afirmou: "Não me tires o que não me podes dar!".
Levando ao extremo esta atitude de desprezo pelas convenções sociais, Diógenes, tinha como casa um barril e vestia-se de trapos. Perambulava pela cidade com um lamparina acesa, mesmo de dia, afirmando a quem o interrogava que procurava "um verdadeiro homem".
Aquele que vivia de acordo com a natureza.
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