26 de jan. de 2010
Jeff Buckley - Hallelujah
25 de jan. de 2010
Ter razão ou ser feliz?
21 de jan. de 2010
Bebê em cifrões
13 de jan. de 2010
Escolhas
Cura e entretém
8 de jan. de 2010
Laranja...
O vôo da águia
As asas, envelhecidas e pesadas, dobram-se sobre o peito, impedindo-a de empreender vôos ágeis e velozes.
Quando as novas unhas despontam, a águia puxa as velhas penas e, após cinco meses, crescidas as novas, ela atira-se renovada ao vôo, pronta para viver mais trinta anos. No noviciado, aprendi que, ao longo da existência, a possibilidade de nossa sobrevida depende, muitas vezes, de seguir o exemplo da águia. Quem se entrega, abatido, ao peso do sofrimento e das dificuldades, tende a abreviar seus dias. Deixa de viver como quem voa e passa a sobreviver como um réptil que rasteja.
Reaprender a voar é ousar recolher-se para começar de novo. Eis a sabedoria de todas as religiões tradicionais ao exigir de seus noviços um tempo de reclusão. O mesmo ocorre em muitas nações indígenas, quando o jovem, para ser considerado adulto, é recolhido a uma cabana isolada, onde o xamã o submete a provas e o introduz a conhecimentos específicos. Mas é preciso voar até a montanha.
De cima, vê-se melhor. Talvez por isso Deus, ao criar o ser humano, tenha colocado a cabeça acima do coração. Ver com as emoções é correr o risco de desfigurar os desenhos. Os contornos mostram-se muito mais nítidos quando observados com serenidade. E saber esperar. Primeiro, ousar perder o que envelheceu: o bico, as unhas, as penas.
Despojar-se do que atravanca os nossos passos. Segundo, aguardar pacientemente o tempo da maturação. Enfim, dar o salto pascal, abrir as asas para a vida e, sem medo, empreender o vôo rumo a novos horizontes.
7 de jan. de 2010
Golden Slumbers
A outra noite
5 de jan. de 2010
Exemplo de liderança
Olhe que grande espírito de solidariedade. Líder não manda, líder encaminha, orienta e fica atento a todo momento, ele vive o sucesso.
A menina, 13 anos, ganhou um prêmio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, no jogo da NBA.
Vinte mil pessoas no estádio. Ela afinadinha. Aí o braço tremeu, ela engasgou, esqueceu a letra. Deu branco!!!
Treze anos. Sozinha, ali no meio...
O Público estupefato ameaça uma vaia.
De repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público junto.
Bonita cena e o que é mais incrível só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto os demais à volta dela só observavam estupefatos.
Mostra como uma atitude de Liderança e Solidariedade, na hora certa, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos um ser humano e mudar a história. Será que isso já não aconteceu em nossas vidas?
E a nossa atitude foi a do técnico Mo Cheeks ou da de todos que estavam ao redor, comum e de descaso?
Tem gente que está no mundo para ajudar...
Outros para vaiar.
Pense nisso.
Utopias
Cada manhã traz uma benção escondida
3 de jan. de 2010
Motivação 100%
A Vontade de Poder

