26 de jan. de 2010

Jeff Buckley - Hallelujah

Eu soube que havia um acorde secreto Que David tocava, e que agradava o Senhor Mas você não liga para música, não é? É assim..., a quarta, a quinta, O menor cai, e o maior sobe, O rei frustrado compõe aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Sua fé era forte mas você precisava de provas Você a viu tomando banho do telhado A beleza dela e o luar arruinaram você Ela amarrou você à cadeira da cozinha Ela destruiu seu trono, e cortou seu cabelo E dos seus lábios ela tirou um aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Talvez eu já estivesse aqui antes Eu vi este quarto, eu andei neste chão Eu vivia sozinho antes de conhecer você E eu vi sua bandeira no arco de mármore Um amor não é uma marcha da vitória É um frio e sofrido aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Mas houve um tempo em que você me disse O que realmente acontecia lá embaixo Mas agora você nunca me mostra, não é? Mas você se lembra quando eu entrei em você E a pomba sagrada também entrou E todo o suspiro que dávamos era um aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Talvez haja um deus lá em cima E tudo que eu já aprendi sobre o amor Era como atirar em alguém que tirou você Não é um choro que você pode ouvir de noite Não é alguém que viu a luz É um frio e sofrido aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, aleluia Leonard Cohen

25 de jan. de 2010

Ter razão ou ser feliz?

Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita...
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Ele questiona: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, por que não insistiu um pouco mais?
Ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!!! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite! Moral da história: Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?'
Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam'. Eu quero ser feliz e você?
Enviado pela Fátima Marques

21 de jan. de 2010

Bebê em cifrões

Quando você é solteira, todos perguntam quando vai se casar. Depois de casada, sem ao menos ter curtido a lua de mel ou a fase de adaptação, já começa a cobrança pela chegada do rebento. Como se não bastasse um, logo lançam a campanha pelo irmãozinho. Antes de ser persuadida pelos outros, é preciso se organizar. E assim como ocorre antes de qualquer decisão, ainda mais tratando-se de uma "aquisição" eterna, o ideal é fazer um bom planejamento financeiro. O economista Marcos Silvestre, que também é consultor, pesquisador, professor, palestrante, escritor e colunista da rádio Band News FM - além de pai de uma menina de 3 anos e meio e de um garotinho de apenas 6 meses -, calcula que, para cobrir os gastos de um filho, os pais têm de reservar cerca de 20% do orçamento. O ideal mesmo é começar a poupar com dois anos de antecedência. Enxoval, fraldas, plano de saúde, alimentação, babá, pediatra, remédio, vacina, brinquedos, diversão, férias e, se possível, uma reserva financeira para imprevistos. Quando o filho vem, traz novos gastos. "O ideal é separar esses 20% por mês para aprender a conviver com a nova realidade", sugere Silvestre. Durante a gravidez, essas economias vão para a montagem do quarto, enxoval, carrinho e outros acessórios para o bebê. Depois, vêm as despesas com o parto. "Gasta-se cerca de R$ 20 mil antes do nascimento. Se o casal fizer essa reserva antecipadamente, é possível bancar tudo à vista", recomenda. Para dar um exemplo prático, Silvestre considerou o seguinte cenário: uma família de classe média baixa, cuja renda total líquida mensal seja de R$ 5 mil. Nesse caso, o gasto com um filho é de R$ 1 mil por mês. Metade, segundo ele, vai para o item educação, que inclui escola, transporte e material. Mais R$ 150,00, ou seja, 15%, são destinados aos gastos com vestuário (roupa, calçado, acessórios). Aí vem a alimentação, que inclui as refeições feitas em casa e os lanches na escola - o equivalente a outros R$ 150,00. E ainda tem as despesas com saúde, cuja média é de R$ 100,00, lembrando que isso inclui remédios e possível consulta fora do plano de saúde. Para o lazer e outras despesas, calcule os R$ 100,00 restantes. Passados oito anos dessa rotina, o casal deve começar a pensar nos futuros custos universitários do filho. Assim, o ideal é poupar mais R$ 500,00 mensais, para poder bancar o curso e os gastos a mais durante a fase da faculdade. Pois quando ele completar 18 anos, as despesas vão dobrar. Aí vem a vida social mais intensa, compras, celular, viagens e, às vezes, até um carro. "E os pais vão querer bancar isso tudo", prevê Silvestre. CORTANDO O CINEMINHA Nascida há apenas um mês, a pequena e doce Laura Vasconcelos Maymone ainda não assustou seus pais de primeira viagem. Pois eles estão curtindo a fase dos presentinhos que ganharam de amigos e familiares, que, aliás, estão babando. O gasto mais pesado que tiveram até agora foi com a montagem e decoração do quarto - pagos à vista, graças ao dinheiro que o pai recebeu de suas férias acumuladas - e com algumas roupinhas que não resistiram à tentação de comprar. "Sentimos diferença na conta de eletricidade, gás e com o plano de saúde, pois ela entrou como dependente", explica o paizão Filippe Ventura Maymone, de 27 anos. Quando se trata de uma família com dois filhos, pensando naquele mesmo casal cuja renda familiar soma R$ 5 mil mensais, o jeito é cortar o cineminha, as idas a restaurantes, bares e presentinhos que antes eram só para o casal. "Mas a natureza é tão sábia que o filho ocupa tanto o tempo que os pais acabam sendo obrigados a ficar mais em casa", emenda o consultor Silvestre. É bom lembrar que as dívidas fixas do casal continuam sendo pagas, inclusive responsabilidades como um financiamento de imóvel. Ou seja, não tem gasto que possa ser diminuído. A não ser os que podem ser classificados como luxo e conveniência. "Só se o casal tiver desperdício. Aí os gastos pessoais terão de ser redistribuídos", explica o professor. Neste caso, ele sugere que, primeiro, se corte a gordura. Uma sugestão: pense em um desperdício que não lhe traz benefício. Aí, simplesmente, corte-o. E quando o bebê chega de surpresa? Com apenas oito meses para se organizar, é preciso ser firme. O primeiro mês já tem de render uma boa quantia, para que o casal entre na nova realidade, sem que precise passar por perto de nenhum crédito pessoal. Afinal, é preciso bancar o filho com a renda do mês. "Já vi muitos pais lamentando a existência do filho porque não fizeram um planejamento antes", conta o consultor. Grandes varejistas, como Carrefour e Walt Mart, criaram uma ala exclusiva para bebês - baseados em uma pesquisa feita por fornecedores, como Johnson & Johnson, Procter & Gamble, Nestlé e Fisher Price, a qual apontou que a chegada de um bebê aumenta os gastos da família em 40%. Tatiana Quadros de Oliveira, de 26 anos, mãe de Isabela, não trabalhava. Até que a filha completou 2 anos, aprendeu a pedir presentinhos e a mãe teve de voltar ao mercado de trabalho para ajudar o maridão, que manteve os gastos sozinho durante todo esse tempo. Coincidiu com a fase em que a pequena Isabela teve de ir para a escola. "Antes disso, eu não precisava trabalhar. Mas se não trabalhasse agora, não supriria as despesas dela", diz Tatiana. O economista Robson Gonçalves veio de uma geração em que os casais tinham muitos filhos: seus avós tiveram oito, e seu pai, quatro. Ele, por enquanto, tem apenas uma garotinha de 4 anos e meio. No entanto, tem uma visão mais otimista. Acha que, como hoje as pessoas não se casam jovens e, consequentemente, têm filhos mais tarde, a família pode ter um nível econômico melhor, já que o casal está mais estabilizado profissionalmente. Assim, pode gastar com pediatra, produtos importados, babá. "Mas não é a realidade da classe pobre", ressalva. Para Gonçalves, as famílias acabam optando por ter um filho só porque, dessa forma, podem gastar mais e melhor com ele. Cristiana Vieira

13 de jan. de 2010

Escolhas

Sempre que houver alternativas tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências. Osho

Cura e entretém

Usado com bons resultados em hospitais como fisioterapia para recuperar a força e o equilíbrio de pacientes, o videogame tem a vantagem de ser divertido
Duas vezes por dia, pela manhã e pela tarde, o aparelho de videogame era instalado no quarto de Lucas Savaris Morcelli, 14 anos, na unidade de terapia intensiva do Hospital Vita, em Curitiba. Durante as sessões de meia hora cada uma, o garoto jogava beisebol ao mesmo tempo em que fazia exercícios sob orientação do fisioterapeuta.
Ele precisava sincronizar a respiração com o movimento de rebater a bola virtual. A gameterapia se estendeu pelas duas semanas que Lucas permaneceu na UTI. O adolescente sofre de fibrose cística, doença genética crônica que causa excesso de secreção nos pulmões. O jogo ajudou Lucas a ampliar sua capacidade pulmonar e também lhe fortaleceu os músculos e a autoestima. "Melhorei muito no beisebol. Agora, faço mais de 10 pontos. Meu pai não joga comigo porque sabe que vai perder", diz. Hoje, uma dezena de pacientes da UTI do hospital paranaense frequenta sessões de gameterapia. Quando surgiram, nos anos 80, os videogames eram acusados de incentivar o sedentarismo. Essa visão sofreu uma reviravolta nos últimos três anos, com o lançamento de jogos equipados com sensores de movimento, que transformam o corpo do jogador em joystick. Como eles transferem os movimentos do jogador para a ação do game na tela, é preciso deixar o sofá para dar raquetadas em bolas de tênis ou chutar bolas virtuais.
Por isso o console Wii, da Nintendo, e o jogo Eye Toy do Playstation 2, da Sony, são bons exercícios físicos. A utilização terapêutica desses games começou dois anos atrás no Canadá. Hoje ocorre em pelo menos cinco outros países como complemento na reabilitação de pacientes com sequelas de derrames cerebrais ou vítimas de doenças degenerativas, como Parkinson (veja o quadro). O pioneiro no Brasil foi o Hospital Vita, em março. A reação dos pacientes foi entusiástica. "Nunca tinha visto pacientes tão afoitos para fazer exercícios", diz Esperidião Elias Aquim, chefe do serviço de fisioterapia do hospital. As primeiras experiências, por sinal, foram realizadas com o console de Wii que o fisioterapeuta trouxe de casa. Depois de dez meses de uso, Aquim não tem dúvida sobre os benefícios da gameterapia para pacientes internados na UTI.
Ele descobriu igualmente alguns riscos. "O esforço físico, somado à empolgação dos pacientes, pode fazer a pressão sanguínea subir perigosamente", diz Aquim. Um dos jogos mais usados nos hospitais de todo o mundo é o Wii Fit. Ele tem 48 exercícios, orientados por um treinador virtual, para a tonificação de músculos, atividades aeróbicas, ioga e treinos de equilíbrio. O jogador fica numa pequena plataforma e dirige seu personagem virtual com movimentos do corpo. No início de dezembro, o Instituto de Reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo, começou a testar o Wii na terapia com hemiplégicos, pessoas com os movimentos de um lado do corpo limitados por um derrame. Muitas vezes os problemas para andar decorrem da dificuldade enfrentada pelos pacientes quando é preciso transferir o peso de uma perna para a outra - exatamente o que eles aprendem a fazer sobre a pequena plataforma do jogo. Os resultados no Lucy Montoro têm sido animadores, sobretudo pela capacidade do game de estimular a determinação do paciente. Na fisioterapia tradicional, os hemiplégicos realizam movimentos repetitivos e monótonos com pesos e aparelhos especiais.
O videogame não substitui essas técnicas, mas faz com que os exercícios fiquem mais divertidos. Em Israel, o Eye Toy do Playstation 2 está sendo usado como uma espécie de analgésico para vítimas de queimaduras extensas. "Os pacientes ficam de tal forma hipnotizados pelo jogo que a sensação de dor diminui", disse o cirurgião plástico Josef Haik, do Sheba Medical Center, próximo a Tel-Aviv. "Como o videogame é um passatempo divertido, os fisioterapeutas conseguem exercitar os pacientes por mais tempo e atingir melhores resultados", completa. Uma vantagem adicional do videogame é que a terapia pode continuar em casa, com a assistência de um fisioterapeuta, depois de o paciente ter alta do hospital.
Juliana Cavaçana - Revista Veja

8 de jan. de 2010

Laranja...

Se não cozinha passe a dica para quem o faz, porque só fará bem à saúde de quem come. Se tiver de fazer uma feijoada... Siga este conselho: coloque uma laranja inteira e não descascada (lavada sim!) na dita feijoada junto com as carnes.
Realmente funciona, até parece milagre, a gordura fica toda dentro da laranja, basta cortá-la para ter a confirmação. A laranja não modifica em nada o gosto da feijoada que fica super light! Experimente com um pedaço de linguiça, ferva a água, fure a linguiça com 1 garfo, coloque a laranja na panela e depois a linguiça e....
Comprove, em 5 minutos a gordura está toda dentro da laranja! Depois frite a linguiça e veja como está deliciosa... e a panela sem gordura... Isso poderá servir para alguém, é por isso que transmito o que aprendi.
Enviado pelo grande amigo Alberto Batista

O vôo da águia


Entre as aves, a águia é a que vive mais, cerca de setenta anos. Mas para atingir essa idade, aos 40 ela deve tomar uma difícil decisão: nascer de novo.


Pois aos 40 suas unhas ficam compridas e flexíveis, dificultando agarrar as presas com as quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. 


As asas, envelhecidas e pesadas, dobram-se sobre o peito, impedindo-a de empreender vôos ágeis e velozes.
Restam à águia duas alternativas: morrer ou passar por uma dura prova, ao longo de 150 dias. Essa prova consiste em voar para o cume de uma montanha e abrigar-se num ninho cravado na pedra. Ali, ela bate o bico contra a pedra até quebrá-lo. Espera, então, crescer o novo bico, para poder arrancar as suas unhas. 


Quando as novas unhas despontam, a águia puxa as velhas penas e, após cinco meses, crescidas as novas, ela atira-se renovada ao vôo, pronta para viver mais trinta anos. No noviciado, aprendi que, ao longo da existência, a possibilidade de nossa sobrevida depende, muitas vezes, de seguir o exemplo da águia. Quem se entrega, abatido, ao peso do sofrimento e das dificuldades, tende a abreviar seus dias. Deixa de viver como quem voa e passa a sobreviver como um réptil que rasteja. 


Reaprender a voar é ousar recolher-se para começar de novo. Eis a sabedoria de todas as religiões tradicionais ao exigir de seus noviços um tempo de reclusão. O mesmo ocorre em muitas nações indígenas, quando o jovem, para ser considerado adulto, é recolhido a uma cabana isolada, onde o xamã o submete a provas e o introduz a conhecimentos específicos. Mas é preciso voar até a montanha. 


De cima, vê-se melhor. Talvez por isso Deus, ao criar o ser humano, tenha colocado a cabeça acima do coração. Ver com as emoções é correr o risco de desfigurar os desenhos. Os contornos mostram-se muito mais nítidos quando observados com serenidade. E saber esperar. Primeiro, ousar perder o que envelheceu: o bico, as unhas, as penas. 


Despojar-se do que atravanca os nossos passos. Segundo, aguardar pacientemente o tempo da maturação. Enfim, dar o salto pascal, abrir as asas para a vida e, sem medo, empreender o vôo rumo a novos horizontes.
Frei Betto

7 de jan. de 2010

Golden Slumbers

Once there was a way to get back homeward Once there was a way to get back home Sleep pretty darling do not cry And I will sing a lullabye Golden slumbers fill your eyes Smiles awake you when you rise Sleep pretty darling do not cry And I will sing a lullabye Once there was a way to get back homeward Once there was a way to get back home Sleep pretty darling do not cry And I will sing a lullabye Lennon/McCartney

A outra noite

Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui.
Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e otrouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima,além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal. Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
— O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima? Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra — pura, perfeita e linda.
— Mas, que coisa ... Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa. — Ora, sim senhor ...
E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.
Rubem Braga

5 de jan. de 2010

Exemplo de liderança

Olhe que grande espírito de solidariedade. Líder não manda, líder encaminha, orienta e fica atento a todo momento, ele vive o sucesso.

A menina, 13 anos, ganhou um prêmio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, no jogo da NBA.

Vinte mil pessoas no estádio. Ela afinadinha. Aí o braço tremeu, ela engasgou, esqueceu a letra. Deu branco!!!

Treze anos. Sozinha, ali no meio...

O Público estupefato ameaça uma vaia.

De repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público junto.

Bonita cena e o que é mais incrível só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto os demais à volta dela só observavam estupefatos.

Mostra como uma atitude de Liderança e Solidariedade, na hora certa, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos um ser humano e mudar a história. Será que isso já não aconteceu em nossas vidas?

E a nossa atitude foi a do técnico Mo Cheeks ou da de todos que estavam ao redor, comum e de descaso?

Tem gente que está no mundo para ajudar...

Outros para vaiar.

Pense nisso.

Utopias

Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mário Quintana

Cada manhã traz uma benção escondida

Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder. Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos. Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança. Paulo Coelho

3 de jan. de 2010

Carolinie Figueiredo - Viajando...

Motivação 100%

É possível treinar sua mente para ela ficar viciada em atividades físicas. Confira algumas dicas que você pode adotar para ficar muito mais animado – e sem desculpas para postergar a malhação TRACE OBJETIVOS Independentemente do que lhe faz encarar algumas horas de malhação, o importante é que você estipule para si mesmo metas fáceis de serem cumpridas. Pode ser uma quantidade de quilos a ser perdida, um tempo menor para correr os mesmos 5 quilômetros ou até espantar o estresse e o desânimo. “Crie recompensas para si mesmo”, aconselha o neurologista David Rock. “A melhor forma de motivar a mente é dando-lhe uma ótima recompensa no final”. DISTRAIA SUA MENTE Converse, ouça música e faça coisas que tirem o foco do seu cérebro nas atividades físicas. Como sua mente não vê benefícios concretos nos exercícios, o melhor é distrair-se fazendo coisas que dão prazer a ela. Baixe músicas ou ouça notícias e podcasts de temas e assuntos que lhe interessam enquanto se exercita. Bater um bom papo com um amigo também faz com que você nem perceba que está malhando – e faz as horas passarem muito mais rápido. TUDO PELO SOCIAL Junte-se a uma equipe, inscreva-se na ioga com um amigo ou contrate um personal trainer para acompanhar seus treinos frequentemente. Quando criamos relações sociais em torno dos exercícios, fica muito mais fácil nos animarmos a praticá-los. “As próprias conexões sociais são uma ótima recompensa para nosso cérebro”, garante Rock. “Saber que alguém conta com você para a atividade física é uma boa forma de se motivar e não desistir na hora de ir malhar.” SEJA ASSÍDUO É importante lembrar-se dos benefícios que a atividade física vai trazer para sua qualidade de vida a longo prazo. No começo, é preciso se esforçar para criar o hábito de malhar. “Não vale se exercitar em um dia e depois ficar dois sem fazer nada”, explica o fisiologista Miguel de Arruda. “O corpo precisa de um efeito adaptativo que só é conquistado com a prática.” Entre 30% e 40% das pessoas que começam a se exercitar largam a malhação nos primeiros meses. FAÇA ALGO PRAZEROSO Se você odeia pedalar, não adianta nada se obrigar a fazer isso. É preciso sentir-se bem com o exercício. “Se forçarmos alguém que não gosta a correr todos os dias, o resultado será uma resposta crônica ao estresse catastrófica para a saúde do corpo e da mente”, explica a neurocientista Suzana Herculano-Houzel. “Para aumentar suas chances de se exercitar de fato, procure atividades físicas que dão prazer: pode ser dança de salão, capoeira, ioga ou futebol.” Rafael Tonon

A Vontade de Poder

Nós só sentimos agrado para com os semelhantes - ou seja pelas imagens de nós próprios - quando sentimos comprazimento conosco. E quanto mais estamos contentes conosco, mais detestamos o que nos é estranho: a aversão pelo que nos é estranho está na proporção da estima que temos por nós. É em consequência dessa aversão que nós destruímos tudo o que é estranho, ao qual assim mostramos o nosso distanciamento. Mas o menosprezo por nós próprios pode levar-nos a uma compaixão geral para com a humanidade e pode ser utilizado, intencionalmente, para uma aproximação com os demais.
Temos necessidade do próximo para nos esquecermos de nós mesmos: o que leva à sociabilidade com muita gente.
Somos dados a supor que também os outros têm desgosto com o que são; quando isto se verifica, então receberemos uma grande alegria: afinal, estamos na mesma situação. E, desta forma nos vemos forçados a suportar-nos, apesar do desgosto que temos com aquilo que somos, assim nos habituamos a suportar os nossos semelhantes.
Assim, nós deixamos de desprezar os outros; a aversão para com eles diminui, e dá-se a reaproximação. Eis porque, em virtude da doutrina do pecado e da condenação universal, o homem se aproxima de si mesmo. E até aqueles que detêm efetivamente o poder são de considerar, agora como dantes, sob este mesmo aspecto: é que, «no fundo, são uns pobres homens». Friedrich Nietzsche
Picture by Edvard Munch

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